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quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Retirando as cortinas e mostrando as verdades no palco da traição

“Quem pagou a conta”

A obra da pesquisadora inglesa Frances Stonor Saunders

(editada no Brasil pela Record, tradução de Vera Ribeiro)

REPASSANDO...

Assunto: LIVRO BOMBA ACUSA FHC

Nunca engoli essa história de Fernando Henrique exilado. Não me passava pela cabeça que um filho de um graduado militar do exército viesse a ser exilado. Exilado para o Chile, onde outra ditadura militar governava? Porque não teve o destino dos outros exilados, tal como: Cuba, União Soviética etc? Isto sempre me cheirou mal. Hoje tenho absoluta convicção que ele sempre esteve a serviço de interesses outros que não os do Brasil. Vou providenciar a compra imediata desse livro, com certeza

É SEMPRE BOM LEMBRAR

O QUE FEZ O FHC NA PRESIDÊNCIA!!!

FHC enterrou o sonho de todo brasileiro da minha geração. O "maior estadista do mundo" foi apenas, e tão somente, leiloeiro do Brasil no pós guerra fria, o cara que entregou o controle de nossa economia ao Império Anglo-saxão.

DEVEMOS LER ESTE LIVRO!!!

OBRA DE UMA PESQUISADORA INGLESA

Abaixo, informe do jornal Correio do Brasil sobre um livro recém editado por uma pesquisadora inglesa que abre algumas caixas pretas das ligações entre o alto tucanato e a CIA.

Livro-bomba acusa FHC

de receber milhões de dólares da CIA!!!!!!!!!!!

Mal chegou às livrarias e Quem pagou a conta? A CIA na guerra fria da culturajá se transformou na gazua que os adversários dos tucanos e neoliberais de todos os matizes mais desejavam. Em mensagens distribuída, neste domingo, pela internet, já é possível perceber o ambiente de enfrentamento que precede as eleições deste ano. A obra da pesquisadora inglesa Frances Stonor Saunders (editada no Brasil pela Record, tradução de Vera Ribeiro), ao mesmo tempo em que pergunta, responde: Quem "pagava a conta" era a CIA, a mesma fonte que financiou os US$ 145 mil iniciais para a tentativa de dominação culturale ideológica do Brasil, assim como os milhões de dólares que os procederam, todos entregues pela Fundação Ford a Fernando Henrique Cardoso, ex-presidente do país no período de 1994 a 2002.

O comentário sobre o livro consta na coluna do jornalista Sebastião Nery, na edição deste sábado do diário carioca Tribuna da Imprensa.

"Não dá para resumir em uma coluna de jornal um livro que é um terremoto. São 550 páginas documentadas, minuciosa e magistralmente escritas: "Consistente e fascinante" (The Washington Post). "Um livro que é uma martelada, e que estabelece em definitivo a verdade sobre as atividades da CIA" (Spectator). "Uma história crucial sobre as energias comprometedoras e sobre a manipulação de toda uma era muito recente" (The Times).

Dinheiro da CIA para FHC

"Numa noite de inverno do ano de 1969, nos escritórios da Fundação Ford, no Rio, Fernando Henrique teve uma conversa com Peter Bell, o representante da Fundação Ford no Brasil. Peter Bell se entusiasma e lhe oferece uma ajuda financeira de 145 mil dólares. Nasce o Cebrap". Esta história, assim aparentemente inocente, era a ponta de um iceberg. Está contada na página 154 do livro "Fernando Henrique Cardoso, o Brasil do possível", da jornalista francesa Brigitte Hersant Leoni (Editora Nova Fronteira, Rio, 1997, tradução de Dora Rocha). O "inverno do ano de 1969" era fevereiro de 69.

Fundação Ford

Há menos de 60 dias, em 13 de dezembro, a ditadura havia lançado o AI-5 e jogado o País no máximo do terror do golpe de 64, desde o início financiado, comandado e sustentado pelos Estados Unidos. Centenas de novas cassações e suspensões de direitos políticos estavam sendo assinadas. As prisões, lotadas. Até Juscelino e Lacerda tinham sido presos. E Fernando Henrique recebia da poderosa e notória Fundação Ford uma primeira parcela de 145 mil dólares para fundar o Cebrap (Centro Brasileiro de Análise e Planejamento). O total do financiamento nunca foi revelado. Na Universidade de São Paulo, sabia-se e se dizia que o compromisso final dos americanos era de 800 mil a um milhão de dólares.

Agente da CIA

Os americanos não estavam jogando dinheiro pela janela. Fernando Henrique já tinha serviços prestados. Eles sabiam em quem estavam aplicando sua grana. Com o economista chileno Faletto, Fernando Henrique havia acabado de lançar o livro "Dependência e desenvolvimento na América Latina", em que os dois defendiam a tese de que países em desenvolvimento ou mais atrasados poderiam desenvolver-se mantendo-se dependentes de outros países mais ricos. Como os Estados Unidos. Montado na cobertura e no dinheiro dos gringos, Fernando Henrique logo se tornou uma "personalidade internacional" e passou a dar "aulas" e fazer "conferências" em universidades norte-americanas e européias. Era "um homem da Fundação Ford". E o que era a Fundação Ford? Uma agente da CIA, um dos braços da CIA, o serviço secreto dos EUA.

Milhões de dólares

1 - "A Fundação Farfield era uma fundação da CIA... As fundações autênticas, como a Ford, a Rockfeller, a Carnegie, eram consideradas o tipo melhor e mais plausível de disfarce para os financiamentos... permitiu que a CIA financiasse um leque aparentemente ilimitado de programas secretos de ação que afetavam grupos de jovens, sindicatos de trabalhadores, universidades, editoras e outras instituições privadas" (pág. 153). 2 - "O uso de fundações filantrópicas era a maneira mais conveniente de transferir grandes somas para projetos da CIA, sem alertar para sua origem. Em meados da década de 50, a intromissão no campo das fundações foi maciça..." (pág. 152). "A CIA e a Fundação Ford, entre outras agências, haviam montado e financiado um aparelho de intelectuais escolhidos por sua postura correta na guerra fria" (pág. 443).

3 - "A liberdade cultural não foi barata. A CIA bombeou dezenas de milhões de dólares... Ela funcionava, na verdade, como o ministério da Cultura dos Estados Unidos... com a organização sistemática de uma rede de grupos ou amigos, que trabalhavam de mãos dadas com a CIA, para proporcionar o financiamento de seus programas secretos" (pág. 147).

FHC facinho

4 - "Não conseguíamos gastar tudo. Lembro-me de ter encontrado o tesoureiro. Santo Deus, disse eu, como podemos gastar isso? Não havia limites, ninguém tinha que prestar contas. Era impressionante" (pág. 123).

5 - "Surgiu uma profusão de sucursais, não apenas na Europa (havia escritorios na Alemanha Ocidental, na Grã-Bretanha, na Suécia, na Dinamarca e na Islândia), mas também noutras regiões: no Japão, na Índia, na Argentina, no Chile, na Austrália, no Líbano, no México, no Peru, no Uruguai, na Colômbia, no Paquistão e no Brasil" (pág. 119).

6 - "A ajuda financeira teria de ser complementada por um programa concentrado de guerra cultural, numa das mais ambiciosas operações secretas da guerra fria: conquistar a intelectualidade ocidental para a proposta norte-americana" (pág. 45). Fernando Henrique foi facinho.

Tudo que acontece hoje já estava previsto, estão entregando nosso Brasil, estão traindo nossa pátria.



terça-feira, 1 de setembro de 2009

Quando se busca com mentiras desonrar honradas memórias, sempre as coisas acabam assim: A honra das FA brasileiras não será tragada pela lama


Caxias! Vossos filhos vivem, honrados, amantes e defensores desta nação não permitas que fraquejem, a salvação da pátria mais uma vez lhes cabe.
Mesmo de dentro da casa mais imunda que existe hoje no Brasil ainda se pode esperar que algum habitante tenha a coragem de reconhecer verdades e qualidades inexistentes entre eles.
Honra caráter, moral, ética, patriotismo e verdades.
Não tenham receios nobres brasileiros militares, se necessário for, se não escutam as vozes dos brasileiros honrados e patriotas mostrem que a pátria esta acima de tudo, e que nossa FA não vacilará um segundo em defender a unidade e a soberania nacional mesmo a contragosto dos traidores. Alberto Figueiredo

PALAVRAS DO SENADOR MÃO SANTA EM HOMENAGEM AO EXÉRCITO!
"Somos felizes pelos militares que temos e vou defender a tese."
... os militares, no Império, garantiram a unidade deste País, comandados
por Caxias, o militar, o Senador. Ele deixou um grande ensinamento para
todos nós, que revivo: não humilhar os vencidos.
... nós não temos nada a ver com a história de Cuba; nada a ver com a
história da Venezuela, de Chávez; nada a ver com os aprendizes; Correa, do
Equador; Moralez da Bolívia; com o padre reprodutor do Paraguai; a
Nicarágua e a confusão de Honduras.
... em nenhum instante, nem o Marechal Deodoro, nem o Floriano Peixoto - o
Marechal do aço -, nem o Hermes da Fonseca, nem os cinco militares -
atentai bem! -, porque o que caracteriza a democracia é a divisão de poder.
... Que o Executivo era forte, era forte. Mas existiu o Judiciário e
existiu esta Casa.
...eu conheci Castello Branco pessoalmente. ... Ô homem de bem! Ô homem
sério! Ô homem honrado o Castello Branco! Eu o conheci. O julgamento é meu.
... As raízes dele são piauienses. Aquela Batalha do Jenipapo, que hoje é
comemorada pelo Exército, foi ele que conheceu a luta dos bravos piauienses
com os cearenses para expulsar os portugueses do solo brasileiro e garantir
a unidade nacional a este País, que seria dividido em dois. Então , foi
Castello Branco que mandou que aquele 13 de março fosse comemorado
nacionalmente pelo Exército como uma batalha da unidade. ...
Conheci Ernesto Geisel, ... Ô homem austero, sério, correto! Eu o
conheci.... E conheci João Batista Figueiredo. ... na minha psicologia, que
sou médico, um grande homem, um homem de bem, um idealista, um militar.
Deram uma missão para ele: "Vai lá e faz a abertura", o Geisel disse. Era
como se dissesse para ele: "Vai para o Haiti", e ele ia; "Vai para o
Iraque", e ele iria. Ele era militar. Mas puro. Cidadão de bem, honrado.
O que é a democracia? No meu entender, e entendo bem, aqui é o lugar para
se dizer que somos os pais da Pátria. A democracia é a divisão de poder.
Teve. E alternância de poder. Que eles fizeram eleição indireta; fizeram.
Que eles se alternaram, se alternaram. Isso é o que caracteriza uma
democracia. E o do Piauí foi considerado. Petrônio Portella, a sua luz, o
homem convocado para ser Presidente, o primeiro civil, a anistia, Ministro
da Justiça, um ícone da redemocratização, Presidente desta Casa por duas
vezes.
...Vinte anos de mando, nenhuma indignidade, nenhuma
imoralidade, nenhuma corrupção....E todos, todos deram ensinamento. O Sr.
Deodoro, o Sr. Floriano Peixoto, o Dutra - que eu vi, tinha nascido. Que
ensinamento belo! ... ele entrou no lugar do Getúlio. Só um quadro para
mostrar o ensinamento dos militares a nós. Muito oportuno e atual para
esses aloprados que estão aí a assaltar este País. Dutra, no apagar do seu
governo, eleito Getúlio, voltando nos braços do povo, chamou o genro e
disse: "Veja uma casa para eu morar". Entregou a faixa, entrou no carro do
genro. Aí, era um sobrado grande. Ele parou e não quis adentrar. Disse:
"Não tenho dinheiro para pagar essa casa. Como você faz isso?". O Marechal
Dutra, ex-ministro da Guerra, ex-presidente, sentiu que não tinha. Aí o
genro disse - e esta é uma passagem bonita -: "General, Marechal, você
pediu que eu resolvesse o problema. O senhor não vai pagar. Foi um amigo
seu que lhe emprestou, nesta fase de transição". Então, saiu nessas
condições o Marechal.
São essas homenagens que eu quero dizer. E não bastava isso
tudo, esses ensinamentos, por aqui passaram brilhantes militares. Caxias
foi Senador.
Quem não tem saudade de Jarbas Passarinho, que ainda vive, Senador, cinco
vezes Ministro deste País. Virgílio Távora, lá do Ceará,... Exemplos deles.
Então, queremos encerrar manifestando os agradecimentos de
todos nós brasileiros pela seriedade daqueles homens, eles são o povo, eles
são filhos de famílias, como nós, os militares, e têm competência para
entrar no terceiro ano.
Analise o que é o ITA, em que sonhei entrar, o Instituto de Tecnologia da
Aeronáutica, a Embraer, a Marinha e o nosso Exército, além das missões de
segurança, os inúmeros Batalhões de Engenharia a construir neste País. Lá
no meu Piauí tem dois Batalhões de Engenharia. Mas o mais importante eles
sempre garantiram, que foi manter hasteada esta Bandeira, com a mensagem
positivista "Ordem e Progresso", isso que sonhamos para o nosso Brasil.
E agradecemos a participação das três Forças Armadas, que hoje
foram homenageadas no Senado. ..."
RESUMO MARAVILHOSO! Como devem ter ficado com vergonha os mensaleiros, os cuequeiros, os mentirosos, os rufiões, os ladrões da COISA PÚBLICA!
OBRIGADO PELA JUSTIÇA, SENADOR MÃO SANTA!
ONTEM SUAS PALAVRAS LAVARAM NOSSO PEITO E AS RATAZANAS DA REPÚBLICA DEVEM
TER MERGULHADO NOS ESGOTOS DA IMUNDICE POLÍTICA!
COMO FICARAM OS FREQÜENTADORES DOS LUPANARES POLÍTICOS E DE MENINAS DAS
CASAS DE LUZ VERMELHA!
Grupo Guararapes
Quem serão estas meninas e muitos destes meninos que as senhoras freqüentadoras ou moradoras destas casas não os querem como filhos? Alberto Figueiredo

PARCEIRO

PARCEIRO
INSTITUTO MILLENIUM