quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Quando se tem coragem de dizer verdades!





por Adriana Vandoni



Em reunião com prefeitos, Lula disse que obras suspeitas de irregularidades, não devem ser paralisadas. Claro, pelo bem da campanha eleitoral de 2010. Que se dane se o dinheiro público estiver sendo roubado.



Ele está errado? Depende. Mas depende de que? Depende da ótica. Para meus conceitos de ética ele está dando carta branca aos ladrões. Para os conceitos de ética dele...mas quais conceitos e qual ética Lula tem?



Quanto mais passa o tempo cada vez mais me convenço que este Luiz Inácio é um salafrário, ou pelo menos age como se fosse. Há tempos citei em um artigo a infame teoria que rege a vida de Lula, segundo suas próprias palavras, de que achado não é roubado. Em maio deste ano li uma matéria da revista IstoÉ com Denise Paraná, uma escritora que nada sei a seu respeito além de que é amiga de Lula e o admira, o que pra mim já basta para ter as piores impressões e acreditar que ela vê luzes quando Lula fala. A matéria é sobre o livro escrito pela Denise sobre a vida de Lula e como ele, segundo ela, "driblou o destino".



Ôpa! Qual foi o drible? E o destino, qual é? Uma das tristes lembranças de Lula, diz a escritora, foi que ele e sua família nunca comiam carne. "A carne que a gente comia era a mortadela que meu irmão roubava na padaria em que ele trabalhava", relatou Lula no livro.



Não é lindo? Quando o irmão roubava. Veja a singeleza do ato! Isto é de um drible fenomenal. Drible no caráter, na ética, na honestidade e na polícia. O irmão roubava do patrão, mas sempre se safou e nunca foi preso.



Que drible, pqp!



Esse mesmo irmão, um sortudo!!!, foi responsável pela mudança na vida da família. Sortudo, achou um pacote de dinheiro (cerca de 34 salários mínimos) embrulhado num jornal, embaixo de um carrinho. Como ninguém reclamou ele roubou o dinheiro. Mas ai a escritora amiga de Lula arremata, "usou-o para quitar o aluguel atrasado em cinco meses e financiar a mudança da família para a Vila Carioca, em São Bernardo do Campo". Como se fizesse diferença usar para pagar aluguel ou para beber com prostituta.

Roubo é roubo, não interessa a causa nem a quantia. Ladrão é ladrão.



Ou seja, Lula foi criado em um ambiente delinqüente onde o roubo e o desvio de conduta eram encarados como sorte, como drible. Não tem em sua programação princípios fundamentais como o respeito ao próximo.



Lula não driblou seu destino, como afirma a escritora. Ele forjou uma vida se apossando do que não é dele. Foi programado para isso. Para não ter caráter.



Lula é uma massa amorfa moldada pelo que há de pior no ser humano.





Adriana Vandoni, é economista especialista em Administração Pública pela Fundação Getúlio Vargas/EBAPE – Rio de Janeiro. Professora universitária e comentarista política e também editora-chefe do site "Prosa & Política".

Renovação do nosso Congresso Nacional

"Faça um deputado trabalhar:

não o reeleja"

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

ACORDA B RASIL!

Leiam e permaneçam dormindo.




Na Alemanha, ninguém acreditava nas fanfarronices de Hitler, e deu no que deu. Na Itália, idem com Mussolini; na Venezuela, deram vivas ao Chávez, e, hoje, os venezuelanos não podem passar mais de 3 minutos no banho, sofrem com escassez de alimentos e já começam a conviver com inflação galopante.



Permaneçam dormindo, brasileiros deste "País de Tolos". Quando acordarem, já será tarde.

AC- Anselmo Cordeiro - crítico, escritor, poeta

Entendam como ficará para donos de sítios, fazendas, casa, etc.... Caso a lei que o Lula assinou sem ler (Ah! Ah! Ah!), passe no congresso.

O MST irá reinar!!!!

Leiam, meditem e repassem por favor, antes que seja tarde demais.

Idéias e Debates para a Cidadania - Edição 008 / 10

Objetivo Estratégico VI :

d) Propor projeto de lei para institucionalizar a utilização da mediação como ato inicial das demandas de conflitos agrários e urbanos, priorizando a realização de audiência coletiva com os envolvidos, com a presença do Ministério Público, do poder público local, órgãos públicos especializados e Polícia Militar, como medida preliminar à avaliação da concessão de medidas liminares, sem prejuízo de outros meios institucionais para solução de conflitos.

Vamos "traduzir" essa "inocente" proposta:

Você que estava viajando, chega à sua Fazenda, à seu sítio ou ao seu apartamento, casa de praia e, sem mais nem porque, lá encontra uma turma de "pobres invasores" sem terra e sem teto, aboletados em seu quarto, em sua cozinha, em sua sala!

Calma! Você agora não pode chamar a polícia, ou recorrer à Justiça! E, também não pode mais entrar nessa sua propriedade! "Temporariamente", ela tem "novos donos", cobertos pelo "Plano de Direitos Humanos"! Você, agora, é o "sem teto", vai dormir na rua e, eles, são os "novos proprietários", até segunda ordem!

Antes de qualquer coisa, você tem de "marcar uma reunião de negociação e de mediação" com esses invasores, para acertarem quem vai sair, quem vai entrar, quem vai ficar!

E, evidentemente, sob quais condições!

E a Justiça está PROIBIDA de tomar qualquer atitude ( concessão de liminares, etc. ) ANTES dessa "equilibrada e justa negociação" entre criminosos e pessoas de bem, como você !

E, se por um destino da sorte, após essa negociação, os invasores concordarem em lhe "devolver" sua propriedade que não mais era sua, mas era deles até a um minuto atrás, evidentemente você vaí ter de lhes dar alguma coisa em troca.Negociação é assim: ambos as partes saem ganhando!

Imaginem como será uma "negociação" dessa, com esses criminosos de carteirinha do MST! . . E Lulla, Dilma, Tasso Genro, Franklin Martins, M. Aurélio Toc Toc, Vanucci e todos os PTistas e aliados do Brasil, acham isso um "avanço" em Direitos Humanos"!

O Ministro da Agricultura, R. Stefanes chamou tudo isso de "escárnio democrático" e o lullista Ministro do Desenvolvimento Agrário, um tal de Guilherme Cassel chamou tudo isso de "a solução":"qual a questão que não será resolvida com uma "séria" ( ! ! ! ) negociação" ? ( sic ! . . )

Acorda Brasil!

Que mais falta para o povo brasileiro ver para onde esta sendo levado?

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Em vez de críticas aos adversários, lutem pela aprovaçao desta lei!


Urgência na aprovação da Ficha Limpa - Projeto de Lei é instrumento efetivo no combate à corrupção que aflige o país


qui, 03/12/2009 - 16:06 — MCCE

Desde sua concepção, a Campanha Ficha Limpa foi pensada com a intenção de melhorar o cenário político brasileiro a partir de mudanças mais profundas na base do processo eleitoral. Mais do que viver eternamente de denúncias e cassações, a sociedade clamava pelo direito de poder votar em pessoas mais confiáveis e comprometidas. Lançada em abril de 2008, pelo Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), a Campanha Ficha Limpa tem como objetivo melhorar o perfil de nossos candidatos e candidatas, por meio de mecanismos eficazes e legais, evitando e prevenindo, desde o pleito eleitoral, que pessoas com perfis que fogem à ética, à moralidade e à falta de compromisso com a sociedade, participem ou, pior, venham a se eleger. Condições que devem ser válidas tanto no Legislativo, no Executivo e no Judiciário.



A situação que presenciamos hoje no Distrito Federal, com repercussão nacional, demonstra, claramente, a necessidade urgente de uma mudança na legislação que estabelece os critérios de quem pode ou não se tornar candidato/a, a chamada Lei de Inelegibilidades (Lei Complementar nº64/90). Em proposta apresentada no Congresso Nacional no dia 29 de setembro de 2009, assinada por mais de um milhão e trezentos mil brasileiros e brasileiras, protocolada na Câmara dos Deputados como PLP 518/09, o MCCE pretende que o passado do candidato/a e seus possíveis débitos com a Justiça sejam, sim, peça fundamental no momento de se considerar e, consequentemente, permitir a candidatura, a cargo público eletivo, de qualquer pessoa.



Pela proposta da Ficha Limpa, se tornariam inelegíveis pessoas condenadas em primeira instância por:



•Crimes graves segundo o Código Penal (homicídios, tráfico de drogas, estupro, racismo, etc).

•Corrupção eleitoral (art. 299 do Código Eleitoral).

•Captação ilícita de sufrágio (art. 41-A da Lei 9.504/97).

•Conduta vedada a agentes públicos em campanha eleitoral (arts. 73 a 77 da Lei 9.504/97).

•Captação ou gastos ilícitos de recursos (art. 30-A da Lei 9.504/97).



•Políticos que renunciarem a mandatos após a apresentação de representação ou notícia formal para fugir de processo disciplinar por infringência a dispositivo da Constituição Federal, da Constituição Estadual, da Lei Orgânica do Distrito Federal ou da Lei Orgânica do Município.

* No caso, de políticos com foro privilegiado, a inelegibilidade valeria para denúncia recebida em órgão colegiado.



Sabemos que a prática da corrupção, seja ela eleitoral ou dentro do exercício de um mandato, é verdadeira praga enraizada em diversos segmentos do país. Por isso, atentamos para a importância de mudanças efetivas que, além de combater casos pontuais como o que está sendo investigado pela Justiça no Governo do Distrito Federal, sigam mais além, atacando e sanando de forma abrangente, imparcial e impessoal, todos os atos de corrupção recorrentes por décadas na história do Brasil.



O MCCE estará sempre atento, acompanhando e, principalmente no que diz respeito à atuação do Movimento, prezando e combatendo práticas contrárias a um processo eleitoral verdadeiramente transparente e democrático.



Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Só os babas não vêm, sempre aos pés da eleite financeira.


Foto: WEB

Coisas da vida: em 1978, Fernando Henrique Cardoso era o candidato da esquerda ao Senado, por São Paulo, ocasião em que recebeu o entusiasmado apoio do então presidente do Sindicato dos Metalúrgicos, Luiz Inácio Lula da Silva.










A VERDADE DÓI: LULLA ESTÁ À DIREITA DE FERNANDO HENRIQUE CARDOSO‏


Por mais que tentem negar, os petralhas, os adesistas por conveniências e aqueles especialistas em bajular qualquer governo de plantão, não conseguem suportar a idéia de que FHC não poderia ter encontrado, entre seus correligionários, alguém mais fiel às suas idéias neoliberais e ao seu modelo econômico do que Lulla. Tão logo tomou posse, talvez até mesmo por uma enrustida fixação na figura de FHC, seu antigo ídolo, Lulla deu uma solene “banana” para a ESQUERDA brasileira e começou a trilhar um caminho que, em princípio fez com que ficasse cada mais próximo aos políticos de CENTRO, para que depois, principalmente a partir do segundo mandato, pudesse tomar definitivamente o rumo da DIREITA. Aliás, essa estratégia de Lulla não foi sequer original, pois a história mundial está repleta de exemplos nos quais líderes usaram a "porra-louquice" dos esquerdopatas na busca pelo poder, para depois colocarem em prática a manjada “técnica do tocador de violino”, qual seja: “usar a esquerda para segurar, e a direita para tocar”. Como se vê, a esquerda brasileira continua tão inocente e alienada quanto em 1935, ocasião em que Luiz Carlos Prestes "bolou" a tal "Intentona Comunista", ou ainda quando na década de 70, burocratas do PCdoB enviaram alguns jovens sonhadores para a morte certa na Região do Araguaia, fazendo com que, na condição de “guerrilheiros amadores”, enfrentassem tropas profissionais, escaladas para aniquilá-los.


Júlio Ferreira

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

É uma "vergonha”!


Como o brasileiro tem memória fraca

Esta mulher quer ser a presidente do Brasil

Mário Kosel Filho nasceu em 6 de julho de 1949, em São Paulo.
Era filho de Mário Kosel e Therezinha Vera Kosel.

Era muito prestativo, gostava de ajudar a todos, principalmente os mais necessitados. Fazia parte do Grupo Juventude, Amor, Fraternidade, fundado pelo padre Silveira, da Paróquia Nossa Senhora da Aparecida, no bairro de Indianópolis, do qual faziam parte mais de 30 jovens.

O símbolo do grupo, uma rosa e um violão foram idealizados por Mário Kosel, que era carinhosamente chamado de Kuka.

Kosel, fazia parte da 5ª Companhia de Fuzileiros do 2º Batalhão, no 4º Regimento de Infantaria Raposo Tavares, em Quitaúna teve a vida brutalmente ceifada, na madrugada de 26 de junho de 1968, em um atentado terrorista vil e covarde, posto em prática por grupos radicais de esquerda, formados por muitas das pessoas que estão no poder hoje: Lula ,
Palocci , .

                                                                              Zé Dirceu 1968












Tarso Genro


E a grande mãe: Dilma  


Dilma era uma das 2 mulheres que estavam dentro do carro que jogou a bomba em cima de Kosel. Que morreu sem a menor chance de defesa, pois estava de costas verificando se havia feridos dentro do outro carro que colidiu com um poste, após os tiros de advertência do soldado Rufino.

Talvez o corpo despedaçado de Kosel assombre a mente de Dilma Rousseff, talvez não, pois já declarou publicamente, que tem orgulho de ter sido guerrilheira. Mas cabe aos brasileiros usarem a consciência e não colocarem o país nas mãos dessa mulher, pois quem participou do assassinato de um verdadeiro servidor da pátria, JAMAIS pode se tornar presidenciável e presidente do Brasil.

PARCEIRO

PARCEIRO
INSTITUTO MILLENIUM