segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Apenas uma Força Tarefa composta por homens integros com plenos poderes para investigar, mandar prender e manter presos os corruptos pode salvar o Brasil.

O problema é encontrar estes homens íntegros.
Que tal comerçarmos por este?

Odilon de Oliveira (Exu, 26 de fevereiro de 1949[1]) é um juiz federal brasileiro, famoso por ter atuado no combate ao crime organizado na região de fronteira com o Paraguai na cidade de Ponta Porã, Mato Grosso do Sul.

Ficou nacionalmente conhecido por prender traficantes de drogas da região onde atua como juiz. Vive sob forte escolta de policiais federais e atualmente atua na Justiça Federal de Campo Grande/MS. É o responsável pela Penitenciária Federal de Campo Grande.

Odilon de Oliveira, nasceu em 26/02/1949, na Serra do Araripe, município de Exu, Pernambuco. Filho de pais lavradores, trabalhou na roça até os 17 anos de idade. Foi alfabetizado na roça, à noite, em sua própria casa, após ter dia inteiro de trabalho. Entrou tarde na faculdade de Direito, vindo a se formar aos 29 anos de idade. Foi Procurador Autárquico Federal, Promotor de Justiça, Juiz de Direito. É Juiz Federal desde 1987. Sempre trabalhou em fronteiras como magistrado federal, na área criminal: Mato Grosso, Rondônia e Mato Grosso do Sul. Já condenou centenas de traficantes internacionais. Atualmente, é titular da única vara especializada no processamento dos crimes financeiros e de lavagem de dinheiro de Mato Grosso do Sul, com jurisdição sobre todo o Estado. Seu maior sonho é ver a juventude livre das drogas.

Que diferença desse para um outro pernambucano, que nasceu pobre filho de lavradores, de mãe analfabeta, ele também, não apenas quando nasceu mais assim é até hoje,retirante, que um oito anos ficou bilionário, sem nunca ter trabalhado.Nota do autor do blog.

Odilon de Oliveira. O Juiz Sem Liberdade
• Publicado por Horridus Bendegó em 4 dezembro 2009 às 13:08 em Judiciário
Revista Época
Por Walter Nunes

Odilon Oliveira condenou, nos últimos dez anos, mais de cem chefões do narcotráfico. Os bandidos oferecem US$ 1 milhão a quem acabar com ele
Em cima de um armário de metal, na sala 117 da 3a Vara Federal de Mato Grosso do Sul, está a imagem de gesso de São Jorge, o santo guerreiro protetor dos oprimidos. “Uma mulher aqui da cidade me deu essa estátua”, diz o juiz Odilon Oliveira, com forte sotaque nordestino. “Ela disse que o santo vai me resguardar.” Na parede, um certificado de bênção do papa Bento XVI dedicado especialmente ao juiz – presente oferecido por um padre de uma cidade do interior sul-mato-grossense – reforça a escolta espiritual. “As pessoas me dão terços, santinhos, estátuas. Elas rezam para que nada de ruim aconteça comigo”, diz Odilon.
Ele diz confiar na ajuda divina. Mas, para não dar chance aos inimigos – e eles são muitos –, um grupo fortemente armado de anjos da guarda se reveza para manter a segurança do doutor Odilon, como ele é conhecido. São pelo menos três policiais federais armados com pistolas e fuzis colados dia e noite no juiz. E toda essa cautela ainda pode ser insuficiente: Odilon Oliveira é hoje um dos homens mais ameaçados do Brasil.

Caçador de traficantes de drogas, ele tem entre seus inimigos – segundo investigações das polícias do Brasil e do Paraguai – empresários, políticos e chefes de quadrilhas, como Fernandinho Beira-Mar. Já sofreu dois atentados e foi alvo de vários planos de assassinato. Semanas atrás, ÉPOCA presenciou um episódio que mostra a fama do juiz entre a bandidagem. No dia 21 de novembro, em audiência na penitenciária federal de segurança máxima de Campo Grande, em Mato Grosso do Sul, Odilon Oliveira discutia com o colombiano Juan Carlos Ramirez Abadía, um dos maiores traficantes de drogas do mundo, sobre um pedido de extradição feito pelo governo dos Estados Unidos. Ao fim da audiência, o advogado do traficante comentou com seu cliente: “Esse é o doutor Odilon, um juiz rígido, muito conhecido por aqui. Temos sorte de seu processo por tráfico não estar nas mãos dele”. Abadía respondeu de bate-pronto: “Já ouvi falar dele aqui dentro do presídio. Muitos traficantes foram condenados por ele”.
Nos últimos dez anos, Odilon não só condenou centenas de traficantes, inclusive os chefões, a penas pesadas, como também esvaziou os cofres de várias quadrilhas. O juiz confiscou 85 fazendas. São 36 mil hectares de terra, ou três vezes o tamanho da cidade do Rio de Janeiro. Ele ainda apreendeu 166 imóveis, entre casas, apartamentos e terrenos, 564 veículos, 18 aviões, seis embarcações e quase R$ 15 milhões em dinheiro. Odilon calcula ter causado, com os confiscos, um prejuízo de cerca de R$ 2 bilhões aos traficantes. “Para o bandido, perder o que ele conseguiu com o crime é pior que ficar preso. Quando não há confisco de bens, o criminoso movimenta o dinheiro mesmo estando dentro da cadeia”, diz Odilon. “E, depois que sai, consegue usufruir o que ganhou.”
Em sua passagem por Ponta Porã , em Mato Grosso do Sul, cidade onde funciona uma espécie de interposto das drogas que vêm do Paraguai, ele condenou, em um ano, 114 traficantes a penas que somam quase mil anos de prisão. Saiu de lá para a capital, Campo Grande, e continuou fazendo estragos na estrutura do crime organizado. Os barões do tráfico passaram a oferecer dinheiro pela cabeça de Odilon. A primeira oferta, em 1998, foi de US$ 60 mil. Segundo investigações das polícias do Brasil e do Paraguai, a oferta hoje está em US$ 1 milhão.
Foram tantas as tentativas de assassiná-lo que, durante um encontro entre magistrados de Brasil, Itália, Portugal e Estados Unidos, Odilon foi homenageado como se tivesse morrido combatendo o crime.
Poucos anos atrás, um pistoleiro contratado na região chegou perto, segundo o juiz. Odilon diz que o bandido estava dentro de uma academia de ginástica, mas não teve coragem de esfaqueá-lo na frente de duas crianças. “Aquelas duas crianças me salvaram”, diz Odilon. O último plano de assassinato foi descoberto pela polícia civil de Mato Grosso do Sul em maio deste ano.
O traficante Aldo Brandão, considerado um dos líderes da organização criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital) em Mato Grosso do Sul, comandou de dentro da penitenciária estadual de Dourados, naquele Estado, um plano para matar o juiz, marcado para o Dia das Mães. Segundo a polícia, Aldo contratou pistoleiros, providenciou uma frota de caminhonetes, carros de luxo e até um avião para dar suporte à operação. Os matadores prepararam tudo às escondidas, em sítios de Campo Grande. O arsenal da missão era digno de filmes de guerra: fuzis AR-15 e AK-47, várias pistolas e granadas. Caso algum traficante desistisse na última hora, seria morto com a família. Ao todo, o plano teria custado cerca de R$ 2 milhões, arrecadados de um consórcio formado por várias quadrilhas. O plano só não foi adiante porque a polícia o descobriu e Aldo foi transferido para uma penitenciária federal de segurança máxima.
A cada novo esquema descoberto, a segurança do juiz aumenta. Ele já morou em um fórum em Ponta Porã, mas precisou mudar-se por causa de uma tentativa de invasão. Foi transferido para um hotel de uso exclusivo do Exército, mas mesmo assim um pistoleiro trocou tiros com a sentinela de plantão em outra tentativa de invadir o prédio. Hoje poucas pessoas no Brasil têm um aparato de segurança tão formidável quanto Odilon. Ele só anda s em carros blindados que suportam tiros de fuzis. É sempre escoltado por outro carro blindado com policiais federais e antes de sair de seu escritório ou casa veste um colete à prova de balas. Antes de entrar em qualquer ambiente, um policial federal armado de fuzil toma a dianteira para checar a segurança.
Em sua casa, são agentes de segurança que autorizam a entrada das visitas. Todos os cômodos têm ramal de interfone e os agentes sabem o celular de cada um de seus familiares. Na Justiça Federal, onde trabalha, praticamente todos os ambientes são monitorados por câmeras de TV. Para falar com Odilon é necessário passar por duas portas equipadas com detectores de metal e é preciso registrar a imagem e a impressão digital em um cadastro na portaria do prédio.
A ironia é que o juiz vive tão privado de liberdade quanto os bandidos que ele condena à prisão. “Por causa da minha segurança, tive de abrir mão da privacidade. Isso é terrível”, diz Odilon.“Tem gente que acha que andar escoltado por seguranças é ter status. Que bobagem. O fantástico é ter liberdade.” Odilon é casado há 33 anos com Maria Divina e tem três filhos. Há um ano e meio ganhou um neto e seu maior ressentimento é não poder passar mais tempo com o garoto. “Quando um homem tem um neto, é a última oportunidade de ele revisitar sua infância. É uma pena eu não poder fazer tudo o que quero com meu neto”, diz.
O juiz não vai a restaurantes, não freqüenta missas, não visita amigos. “Eu convivo com ele há anos, e nunca o vi sair para jantar fora”, diz um dos agentes de sua escolta. Para ir ao casamento de um dos filhos, precisou ser escoltado por dez agentes de segurança. O doutor Odilon não se lembra da última vez em que foi fazer compras em um supermercado. Ele e a esposa deixaram de freqüentar as aulas de dança de salão.
Faz quatro anos que não aparece na varanda de seu quarto. Seu passatempo é pendurar uma rede na garagem de casa nos fins de semana e passar horas lendo. De preferência, livros sobre crime organizado e terrorismo – no momento está lendo Ilícito, livro-reportagem do jornalista Moises Naim sobre o tráfico de drogas, de armas e de órgãos humanos.
A ostentação dos traficantes condenados por Odilon, que se divertiam com carros de luxo, mansões, iates, helicópteros e até aviões, contrasta com a simplicidade espartana do juiz. Ele não usa relógio nem anéis. Os óculos de grau ficam pendurados em seu pescoço, prontos para ajudá-lo a ler algum documento. Mesmo no calor intenso de Campo Grande, o juiz não dobra a manga da camisa nem afrouxa a gravata. Sisudo, trata a todos com formalidade, não faz piadas nem demonstra intimidade com ninguém. Trata por senhor e senhora a todos com quem conversa. “O senhor, por favor, tire uma cópia deste documento para mim”, diz a um estagiário. Ele não fala palavrão. O mais duro ataque que faz a um desafeto é chamá-lo de “sujeito seboso”. Reflexo da criação rigorosa dada por seus pais.
Odilon Oliveira nasceu há 58 anos na pequena Exu, cidade do sertão pernambucano. Terceiro dos oito filhos dos lavradores Expedito e Domercília, teve uma infância miserável. Passou fome, mas resistiu. Alguns primos e um irmão não sobreviveram à pobreza. Para evitar novas mortes, a família fugiu da seca e embarcou na carroceria de um caminhão para tentar a sorte em Mato Grosso do Sul, Estado que promovia um programa de colonização. Odilon começou a trabalhar na roça aos 5 anos, plantando arroz, mandioca e criando galinhas – tudo para subsistência. Aos 9 anos, começou a estudar incentivado pela mãe. “Meus pais eram analfabetos, mas na família da minha mãe tinha gente que sabia escrever cartas. Por isso ela me forçava a estudar”, diz.
Tomou gosto pelos livros e passou a vender ovos e legumes para poder comprar lápis e caderno. Virou o centro das atenções da família, que todas as noites se reunia em torno de um lampião a querosene para ouvir Odilon ler literatura de cordel. Após terminar o ensino médio, passou no vestibular de Direito de uma universidade particular de Campo Grande. Para custear os estudos, trabalhou como professor primário em uma cidade próxima. Acordava às 4 da manhã e chegava em casa depois da meia-noite. Formado em Direito, passou em vários concursos públicos. Foi procurador da União, promotor de justiça, juiz estadual, até chegar, em 1986, ao cargo que ocupa hoje: juiz federal. Ele é o único da família que conseguiu um diploma de curso superior.

A infância sofrida e a adolescência difícil parecem menos cruéis que a atual realidade do juiz. “Apesar de eu não me arrepender de nada do que fiz, a vida que eu levo hoje é mais dura. Eu sou uma pessoa mais triste do que eu era antes”, admite o doutor Odilon. E a miséria maior é que o juiz vislumbra um futuro ainda mais obscuro. “Eu tenho medo do que vai ser daqui a 11 anos, quando eu me aposentar. Vou perder a proteção policial e ainda vai ter muita gente querendo se vingar de mim”, diz. Sua escolta será reduzida aos santinhos e à imagem de São Jorge, que descansa em cima de seu

ESTE É UM HERÓI, não os fofa bosta de Pedro Bial o lixo do BBB.
Este Pernambucano orgulha o Brasil e Honra Pernambuco, porque ninguém fala nele? 

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

QUANDO O POVO DIZ...

Nenhum político presta! Muitas vezes o povo que é levado a isso pelas atitudes deles.
Porque o povo não pode ter conhecimento das obras que serão feitas, quais alternativas, pontos positivos ou negativos de cada uma já que elas podem de alguma forma interferir na vida de muitos.
As discussões sobre o traçado para uma vicinal que ligue a antiga BR 101 (Pontezinha à Barra de Jangada é uma dessas coisas que levam os cidadãos a traçarem perfis á vezes (muito raramente) errados sobre os gestores e as empresas envolvidas.
Alberto Figueiredo - 18.11.2010

LEMBREMOS ESTAS REPORTAGENS:
sexta-feira, 24 de julho de 2009 Nova estrada vai ligar Pontezinha a Barra de Jangada
Fonte: Blog de Jamildo
A Prefeitura do Cabo de Santo Agostinho participa, no próximo dia 30, de audiência pública promovida pela Agência Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (CPRH), para discutir a implantação e pavimentação de uma rodovia vicinal entre o entroncamento da BR-101, ligando Pontezinha, no Cabo, com a Rua Padre Nestor de Alencar, em Barra de Jangada (Jaboatão dos Guararapes).
A reunião acontecerá as 9h30, no Clube Intermunicipal, em Jaboatão.
De  acordo com a secretária de Planejamento e Meio Ambiente do Cabo de Santo Agostinho, Vera Tenório, a obra é fundamental para o município. O projeto da via partiu do Plano Diretor do Cabo (Lei 2.360, de 29/12/2006) e também integra o Plano do Território Estratégico de Suape.
A rodovia será a ligação mais rápida dos bairros de Ponte dos Carvalhos e Pontezinha (Cabo) com as praias de Candeias e Piedade (Jaboatão), permitindo melhor acesso ao Complexo Turístico da Praia do Paiva.
Além disso, segundo a Secretaria de Planejamento e Meio Ambiente, a estrada é a solução que melhor preserva a área de estuário, por ocupar apenas a margem esquerda do Rio Jaboatão e por evitar desapropriações ao longo da estrada de Curcurana (entre Pontezinha e Barra de Jangada).
A obra será executada pelo Governo do Estado, através do Departamento de Estradas de Rodagem (DER). Vão ser feitas quatro faixas de rolamento, tendo cada pista 3,50m de largura e acostamento com 1,50 m . Além disso, será construída uma ponte sobre o canal Olho D’água, com 40,14 m de comprimento.
Na construção, serão investidos cerca de R$ 13 milhões oriundos do Fundo Rodoviário e do Tesouro Estadual.
Quem quiser participar da audiência terá à disposição dois ônibus que serão disponibilizados pelo DER. Os veículos sairão às 7h30 de frente da Igreja Matriz de Pontezinha e do Caic, no centro do Cabo.
Postado por Herbert Fernandes

MUITOS FORAM ASSISTIR AO TEATRO ARMADO PELO CPRH PARA MOSTRAR SUA CAPACIDADE DE MANIPULAR DADOS, por isso o Sr. Gurgel foi chamado de mentiroso em público.

TERÇA-FEIRA, 21 DE OUTUBRO DE 2008
Eduado Campos e Elias Gomes discutem Revitalização da Lagoa Olho D'Água
Segunda-feira passada, o novo prefeito de Jaboatão dos Guararapes, Elias Gomes (PSDB), fez uma viagem à Brasília para se inteirar junto aos deputados federais sobre as emendas no orçamento de 2009. Na volta, teve uma conversa com o governador Eduardo Campos, que anunciou um pacote de obras e ações para Jaboatão.
Entre as obras estão: o binário da Estrada da Batalha, a duplicação da Estrada de Curcurana, construção de três Centros da Juventude, construção de três unidades de pronto atendimento, reforma do Mercado de Cavaleiro, ampliação do sistema de abastecimento de água e a revitalização da Lagoa Olho D'Água. Muitas dessas obras serão financiadas com o dinheiro do PAC. A revitalização da Lagoa Olho D'Água é uma delas.Pessoas diretamente ligadas ao governo, já haviam me informado que o Governo do Estado havia "segurado" o dinheiro do PAC (R$ 120 milhões), referente a revitalização da lagoa, temendo o desvio dos recursos por parte da administração de Newton Carneiro. A própria administração de Newton Carneiro também não se mostrou interessada em fazer o projeto de revitalização da lagoa. E não o fez, como eu também já havia falado aqui no blog, contribuindo (também) para que a verba não fosse liberada pela Caixa Econômica Federal.
A especulação (verdadeira ou não) de que o Governo do Estado havia negociado com o Ministério das Cidades uma segunda chance, solicitando que a Caixa "segurasse" a verba até a transição da prefeitura de Jaboatão, parece está se comprovando. Especula-se (e comenta-se) nos bastidores do poder, que o Governo do Estado "segurou" o dinheiro na esperança que o povo elegesse outro prefeito em Jaboatão, que fosse capaz de fazer um projeto e gerenciar com responsabilidades a verba do PAC.
A população inteira de Jaboatão espera que Elias seja esse prefeito e o Governo do Estado parece ter uma relação muita boa com Elias. Antes de especularmos se Elias é bom ou ruim, vamos aguardar ele assumir a prefeitura e começar a governar de fato. Até lá vamos continuar cobrando melhorias na Lagoa Olho D'Água.
Nesses dias, Elias Gomes também falou com o secretário de saúde do Estado, João Lira Neto sobre ações de saúde em Jaboatão. A equipe de transição de Elias Gomes também já foi definida e divulgada na íntegra no Blog do Jamildo.
Postado por Herbert Fernandes

Se está mais que provado que o CPRH juntamente com as empresas interessadas utilizaram dados defasados sobre o meio ambiente para confecção do RIMA (o que foi acatado pelo governo do estado e recebeu aprovação de todos os deputados de Pernambuco que sequer olharam o que dizia a lei tornando-os coadjuvantes de mais um crime ambiental). Por pressão do povo e do MP na pessoa do honrado Dr. FlávioFalcão a obra foi suspensa, até quando não se sabe mais qualquer leigo, "não os técnicos, sábios homens defensores do meio ambiente" lotados no CPRH e nas comissões de meio ambiente da Assembléia e das câmaras que uma agressão ambiental dificilmente pode ser corrigida, já a social (por desapropriações) podem facilmente serem minimizadas quando não completamente corrigidas com boas políticas públicas, mais o interesse financeiro esta acima de tudo.
Mesmo que se tenham apontado diversas outras alternativas para o traçado da estrada, talvez até mesmo com custo menor não foram aceitas e a lei de preservação devagar vai sendo jogada no lixo.
Por que não podemos saber, por que não se leva ao conhecimento do povo como andam as negociações, por onde passará a estrada? Será duplicada? Ou destruirá o mangue e as margens do rio?
O dinheiro, segundo a reportagem já existe esta lá, guardadinho esperando um homem honrado e capaz de administrar se roubar o dinheiro do PAC, então porque a obra não foi feita? Ainda não apareceu este homem honrado ou o dinheiro já foi para o beleleu para pagar campanhas políticas ou comprar aliados?
Consultando vários engenheiros todos foram unânimes, os custos para se construir uma estrada beirando um rio cortando manguezal, construindo pontes é muito maior que construí-la por um local já sedimentado.
Mais acontece o milagre das desapropriações para duplicar a estrada de Curcurana as indenizações terão que ser justas e transparentes, já pelo mangue, destruindo viveiros, berçários naturais, pode-se dizer que pagou mil, quando na verdade o custo foi de dez e todo mundo vai encher os bolsos, do empreendedor ao deputado.
Por onde passará a estrada vicinal?
Alberto Figueiredo - 18.11.2010


Quando será que vai aparecer este homem honrado para gerir o dinheiro do PAC e tirar esta estrada do papel evitando tantos trastornos aos cidadãos, que poderiam utilizar a ponte do Paiva mais devido o preço (verdadeiro assalto), não permite que os usuários a utilizem no dia a dia.
Apenas para se ter uma idéia do assalto:
Pedágio Ponte Rio Niteroi - 4,30 - 13 quilometros
Pedágio Ponte do Paiva - 3,30 - 5,50 - 320 (METROS).
É inadmissível char isso de roubo. É assalto!
Por ALBERTO FIGUEIREDO

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

NÃO TEM JEITO, NO BRASIL O QUE DÁ STATUS É SONEGAR, SUPERFATURAR OU DESCARADAMENTE ROUBAR MESMO.

Agora sai do bolso do povo o dinheiro para salvar o banco do Silvio.
Dinheirinho besta visto as grandes obras que o bom samaritano encabeça.
Nosso dinheiro esta sempre ai para socorrer os bandidos e os aposentados que se lasquem.
O povo morra nas portas dos hospitais, por drogras ou se tiver sorte de não morrer agonizando nas salas de espera dos hospitais, de uma bala perdida.
PQP, porque estas balas perdidas não encontram endereço certo, Brasilia esta cheia de endereços certos.   

PARCEIRO

PARCEIRO
INSTITUTO MILLENIUM