quinta-feira, 21 de abril de 2011

TIRADENTES

21 de Abril – Esta data pode muito bem servir como parâmetro para uma analise da moral honra, patriotismo e soberania do povo brasileiro.


21 de Abril de 1872 – Morria enfocado, esquartejado e o primeiro grande mártir da independência, cérebro de uma revolução que tomou como combustível para revolta popular “o quito” a quita parte de tudo de era produzido pelo povo era entregue a coroa portuguesa, era o imposto.

21 de Abril feriado, Dia de Tiradentes (Porque, Quem foi?)

Muitos de nossos jovens sabem apenas que é o feriado de Tiradentes, dia de folga, sem aulas (como se não bastassem as faltas de professores ou o “hoje não tem aula, morreu o amante da empregada da tia da professora) por profunda solidariedade e fé cristã hoje não haverá aula.

Se Perguntar quem foi Joaquim da Silva Xavier, poucos saberão responder sem pestanejar.

Como errou Tiradentes! Sacrificou a vida por ser contra a cobrança de tão elevados impostos, pobre coitado, não poderia imaginar que anos depois este mesmo povo pelo qual partiu em defesa trabalharia quatro meses por ano para pagar impostos, para sustentar um exército de crápulas sem o mínimo protesto.

Que a independência sonhada e comemorada, na verdade nunca foi alcançada. O Brasil jamais foi independente ou soberano, sempre se curva a força do poder financeiro.

Não continuou produzindo brasileiros, apenas esponjas, que absorvem tudo que vem de fora e acham que devem obedecer aos caprichos dos senhores.

Somos donos e não mandamos, somos proprietários e outros determinam os preços das nossas riquezas, somos milhões e rastejamos aos pés de centenas acovardados, com receio de errar por um passo mais altivo

21 de Abril de 2011 – Nossos heróis são os participantes dos BBBs, perguntem a qualquer aluno quem foram os últimos heróis do BBB 11 e eles saberão na ponta da língua, pergunte que foram os comandantes que expulsaram os holandeses do Brasil, talvez não conheçam nenhum, perguntem onde e como nasceu a nação brasileira, espere um desastre.

Pena! Tiradentes é apenas um feriado.

A Independência esta apenas numa tela

Os heróis nos BBBs,

A soberania inexistente esta comprovada na Amazônia, dezenas de bandeiras de outros países tremulam em solo brasileiro.

Hoje é 21 de Abril! Salve Tiradentes! Salve o Brasil de homens livres e soberanos, (mesmo que sejam poucos) salve a pátria brasileira!

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Razão do meu pedido

Cara amiga blogueira.

Sei que você é uma pessoa justa, correta e senhora de fino trato, mas em puteiros, vivem senhoras, trabalhadora, honestas e honradas que lutam pelo pão de cada dia prestando em serviço de inestimável valor à sociedade.
Assim, não é justa a comparação.
Como podemos comparar os puteiros com esta casa de onde sentados com os rabos gordos em cadeiras de R$250.000,00 uma cambada de ratos (alguns velhos, despelados, outros jovens e gordos filhos ou sobrinhos das ratazanas velhas) se refestelam buscando formas de roubar o povo.
Justiça!
Temos que buscar o termo correto para qualificar o que outrora era a casa do povo.
Por respeito a senhoras que atuam ou atuaram nessas casas, as jovens terapeutas que em muitos casos com seus favores, indiretamente mantêm a unidade de alguns lares ou ajudam a descarregar a ira de alguns.
Como se já não bastasse a estas senhoras a dúvida cruel ante a possibilidade de uma das suas crias, deixadas em alguma maternidade, hoje lá esteja sentada,


Não, não, não!
Imagine a dor dessas senhoras, dos jovens gays e lésbicas ao lerem uma matéria como esta, sabendo-se comparadas as pessoas que habitam tal antro.
Elas não merecem tamanha humilhação.
Defendo estas nobres pessoas, pedindo que seja desfeita esta comparação injusta com seus locais de trabalho, tomando como base esta maravilhosa matéria publicada no “Congresso em foco”.

NOTEM: ESTÁ EM QUEDA, JÁ FOI MUITO PIOR

19/04/2011 - 07h00

Conheça os crimes cometidos no Congresso
Grampos ilegais, estelionatos, fraudes, pedofilia, roubos e furtos. Levantamento das ocorrências policiais registradas no Congresso demonstra que a criminalidade diminuiu, mas casos complexos continuam sem solução

Eduardo Militão

A criminalidade dentro das cercanias do Senado anda estável, enquanto na Câmara está em queda. Se a estatística mostra redução no número de ilícitos, os casos mais complexos ocorridos na última legislatura, porém, continuam sem solução, ainda sendo analisados pela Justiça, Ministério Público e pela Polícia Federal.
É o que aponta levantamento do Congresso em Foco com base nas estatísticas de inquéritos, termos circunstanciados e ocorrências policiais registradas pelas duas Casas legislativas. Houve um leve aumento de 15 para 16 inquéritos e termos circunstanciados no Senado no período de 2005 a 2010. Na Câmara, as ocorrências caíram de 603, em 2006, para 430 no ano passado, uma redução de 29%.
Os fatos e ilícitos relatados não incluem nenhum senador ou deputado na condição de investigado. Com foro privilegiado, eles só poderiam responder a inquéritos na Polícia Federal, tudo com a supervisão do Supremo Tribunal Federal (STF).
O Congresso em Foco separou, sem pretensões científicas, os casos mais graves num primeiro grupo, o que inclui grampos ilegais, estelionatos, fraudes, casos de pedofilia, roubos e furtos. Olhando apenas esses ilícitos, os inquéritos no Senado subiram de três para oito entre 2005 e o ano passado, um incremento de 167%. Na Câmara, as ocorrências baixaram de 224 para 166, uma queda de 26% entre 2006 e 2010.
Funcionários fantasmas
Apesar da prerrogativa de foro, os principais casos da última legislatura envolveram, de alguma forma, senadores e deputados. Na Câmara, uma fraude desviou R$ 2 milhões dos cofres públicos: um dos métodos era colocar pessoas na folha de pagamento, que pensavam estar recebendo benefícios sociais. Na verdade, viravam servidores fantasmas da Câmara, enquanto terceiros ficavam com salários de até R$ 7 mil por mês. Revelado pelo Congresso em Foco em 2009, o caso aguarda até hoje a conclusão de um exame grafotécnico nas assinaturas dos deputados Sandro Mabel (PR-GO) e Raymundo Veloso (PMDB-BA) para saber se são deles as autorizações para a nomeação dos fantasmas oficialmente lotados em seus gabinetes. Os parlamentares não foram indiciados.
No Senado, aconteceu a mesma coisa: as estudantes Kelly Janaína e Kelriany Nascimento da Silva assinaram papéis para receberem uma bolsa de estudos. Mas viraram funcionárias fantasmas ganhando R$ 3.800 do então senador Efraim Morais (DEM-PB). Das contas correntes delas, foram desviados R$ 88 mil. Em depoimento à Polícia do Senado, a chefe de gabinete do senador, Mariângela Cascão, afirmou que a nomeação das duas fantasmas foi determinada por Efraim. Por causa do foro privilegiado, o caso foi parar no Supremo.
O procurador geral da República pediu a oitiva de Efraim e o exame grafotécnico de suas assinaturas. Antes de o ministro Celso de Mello decidir, o senador não conseguiu se reeleger e o caso foi parar no Tribunal Regional Federal da 1ª Região. Depois que saiu do STF, há quase dois meses, só na última sexta-feira (15) o inquérito chegou ao gabinete do desembargador Carlos Olavo. Ele é quem decidirá se haverá depoimento e exame das assinaturas, segundo informou o advogado das duas estudantes, Geraldo Faustino Júnior. Efraim atualmente é secretário de Infraestrutura do governo da Paraíba.
Grampo no ministro
Outro caso apurado no Senado fez parte da chamada “crise dos grampos” de 2008. A revista Veja publicou um diálogo, supostamente gravado ilegalmente, entre o senador Demóstenes Torres (DEM-GO) e o presidente do Supremo à época, Gilmar Mendes. Foram feitas varreduras nos telefones do Senado, já que um relatório de segurança do STF já havia indicado a possibilidade de uma escuta ilegal feita fora das dependências do tribunal. A crise, que derrubou o diretor da Abin na época, Paulo Lacerda, está longe de ser esclarecida. Até hoje, não foram divulgados os áudios do suposto grampo.
O inquérito está na Procuradoria da República do Distrito Federal. A procuradora Luciana Marcelino o retirou da 10ª Vara Federal em setembro de 2010. Segundo a assessoria do Ministério Público, ela está em férias e não poderá falar sobre o andamento da apuração, que já acumula 13 volumes de papel e 15 apensos.
Pedágio
No ano passado, uma investigação da Polícia da Câmara mostrou que garçons acusavam a chefe dos funcionários terceirizados de cobrar um pedágio para contratar os trabalhadores que iam cuidar da limpeza e do serviço aos deputados. Depois de o caso ser noticiado por este site, a encarregada acabou afastada das funções. Como o Congresso em Foco mostrou, até com reformas e materiais de construção os garçons tentavam “comprar” a contratação de seus filhos para o quadro de terceirizados da Câmara.

Vê porque acho injusta a comparação?

segunda-feira, 11 de abril de 2011

JÁ NÃO PODEMOS DIZER NADA!


Por: Sandra Cavalcanti


Professora de Português e Literatura, Instituto de Educação, Rio de Janeiro, RJ; Diretora de um Jornal de TV, TV Tupi, Rio de Janeiro, RJ; Assessora para Projetos Especiais, Lasa S.A., Grupo Cruzeiro do Sul; Membro, Carvalho Hosken S.A.; Membro, Centro D. Vital; Secretária de Serviços Sociais do Estado da Guanabara, 1962-1964; Presidente, BNH, 1964-1965.



Estudos e Graus Universitários:

Letras, PUC, Rio de Janeiro, RJ; Pós-Graduação em Língua Portuguesa; Pós-Graduação em Filologia; Pós-Graduação em Linguística



Em 14 de de abril de 1930, aos 36 anos, Vladimir Maiakóvski, o maior poeta russo da era contemporânea, deu um fim trágico à sua atormentada vida. Matou-se porque perdeu toda a esperança e se viu diante de uma estrada sem saída.
Sua obra é absolutamente revolucionária, como revolucionárias eram as suas idéias. Mas o poeta, dizia ele, por mais revolucionário que seja, não pode perder a alma!
Ele acreditou piamente na Revolução Russa e pensou que um mundo melhor surgiria de toda aquela brusca e violenta transformação. Aos poucos, porém, foi percebendo que seus líderes haviam perdido a alma.
A brutalidade crescia. A impunidade era a regra. O desrespeito às criaturas era a norma geral. Toda e qualquer reação resultava em mais iniqüidades, em mais violência. Um stalinismo brutal assolou a pátria
russa. Uma onda avassaladora de horror e impotência tomou conta de seu espírito, embora ainda tentasse protestar. Mas foi em vão. Rendeu-se e saiu de cena.

Em 1936, escreveu Eduardo Alves da Costa o poema No caminho com Maiakóvski, que resume sua desoladora tragédia. "... Na primeira noite eles se aproximam/ e roubam uma flor/ de nosso jardim./ E não dizemos nada./ Na segunda noite, já não se escondem:/ pisam as flores,/ matam nosso cão,/ e não dizemos nada./ Até que um dia,/ o mais frágil deles/entra sozinho em nossa casa,/ rouba-nos a luz e,/ conhecendo nosso medo,/ arranca-nos a voz da garganta./ E já não podemos dizer nada."

Nestes tristes tempos, muitos estão vivendo as angústias desabafadas neste poema. Também acreditaram em líderes milagrosos, tiveram esperanças em dias mais serenos, esperaram por oportunidades melhores e sonharam com paz e alegria. Nunca imaginaram que, em seu lugar, viriam a impunidade, a violência, o rancor e a cobiça. Os que chegaram ao poder, sem nenhuma noção de servir ao povo, logo revelaram a sua verdadeira face.O País está vivendo uma fase de completo e total desrespeito às leis.

A Lei Maior, aquela que o País aprovou por meio de seus representantes, não existe. Para uns, todas as leniências. Para outros, todos as violências. Nas grandes cidades, dois governos, duas autoridades: a tradicional e a dos marginais. No campo, ausência de direitos e deveres. Uma malta de desocupados, chefiados por líderes atrevidos e até debochados, está conseguindo levar o desassossego e a
insegurança aos milhões de trabalhadores rurais que ali se esforçam  para sobreviver. Isso já vem acontecendo há muito tempo e não há sinal de que alguma autoridade pretenda submetê-los às penas da lei.

Ao contrário. Eles gozam de imenso prestígio junto ao presidente, que não se acanha em lhes dar cobertura e agir com a maior cumplicidade.
A ausência das autoridades tem sido o grande estímulo para que esses grupos, e outros que vão surgindo, venham conseguindo, num crescendo de audácia e desrespeito, levar o pânico aos que vivem do trabalho no
campo. A mesma audácia impune garante também a expansão das quadrilhas de narcotraficantes em todo o País. A cada dia que passa eles chegam mais perto de nós. Se examinarmos com atenção os acontecimentos destes últimos dois anos, dá para entender o nosso medo.

Quando explodiu o caso do Waldomiro Diniz, as autoridades estavam na obrigação de investigar tudo e dar uma punição exemplar. O que se viu? Uma porção de manobras para encobrir os fatos e manter os esquemas intocáveis. E qual foi a reação do povo? Nenhuma. Roubaram uma flor de nosso jardim, a flor da decência, da dignidade, da ética, e nós não dissemos nada! Quando, da noite para o dia, dezenas de deputados largaram suas legendas e se bandearam para as hostes do governo, era preciso explicar tão misteriosa adesão. O que se viu? Uma descarada e desafiadora alegria no alto comando do País! E qual foi a reação do povo? Nenhuma.

Eles nem se esconderam. Pisaram em nossas flores, mataram o cão que nos podia defender. E nós não dissemos nada!
Quando um parlamentar, que integrava a tal maioria, veio denunciar o uso de recursos públicos, desviados de forma indecente, com a conivência dos altos ocupantes do governo, provando que a direção do PT e do governo sabiam de tudo e de tudo se haviam aproveitado, qual foi a reação do povo? Nenhuma.

Eles nem se importaram com o fato de terem sido descobertos. O mais frágil deles entrou em nossa vida, roubou a luz de nossas esperanças e, conhecendo o nosso medo, ainda se deu ao luxo de arrancar a nossa
voz da garganta!

Será que vamos aceitar? Não vamos dizer nada? Será que o povo brasileiro perdeu de vez a sua capacidade de se indignar? A sua capacidade de discernir? A sua capacidade de punir?

Acho que não. Torço para que isso não esteja acontecendo. Sinto, por onde ando e por onde vou, que lá no mar alto uma onda de nojo está crescendo, avolumando-se, preparando-se para chegar e afogar esses
aventureiros. Não se trata, simplesmente, de uma questão eleitoral. Não se cuida apenas de ganhar uma eleição. O importante é não perder a alma. O direito de sonhar. A vontade de viver melhor.

Colocar este momento como uma simples luta entre governo e oposição é muito pouco. E derrotá-los, simplesmente, também é muito pouco, diante do crime que eles praticaram contra as esperanças de um povo de boa-fé.

O que vai hoje na alma das pessoas é o corajoso sentimento de que é preciso vencer o pavor e o pânico diante da audácia dessa gente, não permitindo que eles nos calem para sempre. Se não forem enfrentados,
se não forem punidos, se seus métodos e processos não forem repudiados, nosso futuro terá sido roubado. Nossa voz terá sido arrancada de nossa garganta.

E já não poderemos dizer nada.

Fonte: http://pensadordelamancha.blogspot.com/2010/07/ja-nao-podemos-dizer-nada-por-sandra.html

“Sinto, por onde ando e por onde vou, que lá no mar alto uma onda de nojo está crescendo, avolumando-se, preparando-se para chegar e afogar esses aventureiros. Não se trata, simplesmente, de uma questão
eleitoral. Não se cuida apenas de ganhar uma eleição. O importante é não perder a alma. O direito de sonhar. A vontade de viver melhor.”

IMAGENS VALEM MAIS QUE PALAVRAS - AUTOR DO BLOG

NA MARGEM INFERIOR DO BANNER DAS FARC, VEMOS EM DESTAQUE A LOGOMARCA DOS FINANCIADORES. PETROBRÁS E FOME ZERO.
Comunista até a morte, vigarista e mentiroso, ninguém jamais será capaz de superá-lo.



PETROBRÁS - FOME ZERO. NÓS FINANCIAMOS

terça-feira, 5 de abril de 2011

O Ministro Fux já mostrou e provou a que veio.

Agora é a vez do Ministro Joaquim.
Se mantiver "sob estudo" na gaveta o processo do mensalão até agosto o crime prescreverá e todos os mensaleiros estarão livre para continuarem roubando.
Ai saberemos a que veio este também.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

FUX - O homem que fuxdeu o ficha limpa se defende por ter seguido o que os párias lhe ordenaram.

“Não desempatei nada, segui a maioria dos ministros”.

Fux seguiu a maioria de 5 a 5.
PQP! Qual é a maioria em 5 x 5?

AINDA TEM GENTE QUE ME CHAMA DE MAU EDUCADO, PQP É MUITO POUCO



PARCEIRO

PARCEIRO
INSTITUTO MILLENIUM