quarta-feira, 22 de julho de 2009

Honra, caráter, patriotismo


SE O PLIN PLIN COM MEDO DE PERDER OS CONTRATOS DE PROPAGANDA DO GOVERNO NÃO MOSTRA, NÓS OS INTERNAUTAS MOSTRAMOS.

EIS AI POVO BRASILEIRO! UM POVO DE VERGONHA QUE NÃO ACEITA PRESSÕES NEM MESMO DOS EUA E HONRA SEU PAÍS E CONSTITUIÇÃO COISA QUE NO BRASIL HÁ MUTO É APENAS UM PEDAÇO DE PAPEL COM QUE OS POLITICOS LIMPAM AS BUNDAS PODRES.

O povo Hondurenho mesmo ameaçado de retaliações do governo dos EUA, não deixa cair por terra as leis de sua constituição e seu amor a pátria.
A justiça honrada e ciente se mantem em sua decisão.
Diferente de um país e de um povo que acata tudo que já foi mostrado e provado, o Brasil é o puteiro do mundo.
Uma justiça podre corrompida imoral, um presidente que deixa em seguindo plano até mesmo os melhores s atores para se manter no poder
O povo hondurenho dá uma lição cada dia maior de que significam as palavras pátria e honra coisa que aqui se diz muito que tem mais apenas da boca para fora.
Aqui se aceita tudo de presidente cachaceiro, pilantra a senadores ladrões, estupradores, safados até vereadores que roubam descaradamente.
Eis um povo pobre mais que tem o patriotismo e a honra em primeiro lugar.

Vamos PLIN PLIN mostre ao mundo o “povo hondurenho” nas ruas defendendo sua constituição e a honra de sua pátria, não penas uns gatos pingados enviados a honduras pelo safado do amigo do nosso prisidenti para passar ao mundo imagens geradas pela TV Venezuelana e assim poder continuar os projetos do FSP, coisa que ele e nosso querido pingunço juraram levar até o fim e a quem vocês defendem esquecendo a própria pátria para não perder os contratos de propagando do governo..

Parabéns Hondurenhos sois a honra das Américas.


quinta-feira, 16 de julho de 2009

Escroque, sem caráter, falso, cínico, mentiroso qualidades do nosso prisiMente



Alborghetti pergunta:
Afinal, quem é quem, Lula ou Collor?
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Nele, ouvimos Luís Inácio dizer que Collor construiu uma quadrilha, pela ganância e pela vontade de roubar e espera que, no futuro, as pessoas saibam escolher candidatos com passado político decente. No entanto, em mais uma demonstração de falsidade, interesses escusos e mentiras, hoje Luís Inácio apoia Collor para o Governo de Alagoas. O elogia no palanque de sua última campanha política antecipada. Aliás, também elogia - logo quem! - Renan Calheiros.
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Ao terminar as críticas desse presiMentiroso, escutamos a reclamação de Alborghetti : Não era isso pr'a passar, talvez em referência a seu choro. Hoje, ao elogiar Collor, Luís Inácio deve pensar o mesmo "isso não era pr'a passar."
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Luís Inácio defende e elogia quem sempre criticou antes de se tornar presiMente. Chafurda na imundície acompanhado de todos os políticos já cassados, e por ele sempre criticados antes de se tornar presiMente.
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Luís Inácio é como um ator de Hollywood. Algumas horas vive cenas de eterno inimigo dos maus, logo depois, em outro filme, vive com eles cenas de love store.

terça-feira, 7 de julho de 2009

Algumas perguntas que me foram feitas e suas respostas

Responder até Luiz Roberto de Moraes Lacerda 35 minutos atrás
Alberto, desculpa, mas uma dúvida. Lá em Honduras o Supremo pode derrubar um Presidente? Aqui e nos EUA tem que haver um impeachment e quem faz isso é o Senado. Foi assim com o Nixon e com o Collor, sendo que o Nixon renunciou antes. Nunca soube de um país em que o Supremo pudesse derrubar um presidente, talvez o Gilmar Mendes goste dessa idéia. Escreva para ele....

Não nobre amigo;
O proprio bolsa família é o maior programa oficial de compra de votos do mundo.
Para que não lhe reste dúvidas sobre como penso.
1) Se existisse homens de honra nesse país, não existiria mais o chiqueiro a que chamamos de congresso, lá é um antro.
2) Qualquer candidato apanhado comprando votos deveria de imediato perder todos os seus direitos políticos.
3) qualquer desrespeito a constituição deveria ser cobrado como "Traição", assim pelo menos 90% dos políticos estaria enquadrados. E por alta traição por não saber, não ver, e o que sabe, vê faz que não ver o que tem obrigação maior que os demais de ver, saber, e punir.
Luiz Roberto de Moraes Lacerda disse:
Alberto, pelo que entendi você defende que seja deposto quem solicita um plebiscito para ganhar a possibildade de reeleição. Ora, o FHC fez isso aqui, sem plebiscito, comprando votos para ganhar um segundo mandato e não me lembro de você ter pedido para as forças armadas derrubarem o Tucano.
Quer dizer: plebiscito, não pode. Mudar a Constituição pelo Congresso com compra de votos, pode?
Se a maioria da população era contrária a reeleição, porque temer o plebiscito?
Creio haver respondido se existe uma constituição deve ser seguida e respeitada, se na deles existe um artigo que diz não poder haver modificações 180 dias antes ou depois de eleições, espera-se e se proponha as mudanças. Qualquer outro expediente será inconstitucional.
Como na deles diz que a simples maquinação para se alterar a constituição no artigo referente a modificação no período de mandato o interessado, os que o segue, e demais serão julgados como traidores, que se respeite.

segunda-feira, 6 de julho de 2009

O mundo já começa a ver a verdade por tras do "GOLPE"


Los otros golpes de Estado que la OEA no ve
Honduras está dando al mundo una gran lección: “Aunque un Presidente haya sido electo democrática y legítimamente no tiene derecho a desobedecer la Constitución”. Marta Colomina comenta hoy la otra visión de lo que sucede en Honduras.
Esta es su columna de hoy en “El Universal”:
Desde la abrupta salida de Manuel Zelaya de la presidencia de Honduras circulan en internet numerosos informes de corresponsales extranjeros, análisis de expertos y editoriales de prensa que, a contrapelo de la diplomacia internacional que califica el hecho como un golpe de Estado, presentan una visión crítica de las constantes violaciones constitucionales de Zelaya en su ejercicio gubernamental, y otra muy favorable del nuevo gobierno hondureño, al que definen como democrático por haber restituido el Estado de Derecho.
Uno de los análisis más difundidos ha sido el de la costarricense Margarita Montes, politóloga del Instituto de Estudios Internacionales de la Universidad Marroquín, quien sostiene que por primera vez en la era de la posguerra fría, un ejército depone a un Presidente democráticamente electo, para restaurar el Estado de Derecho, y no para romperlo, como era usual en el pasado. La experta no cataloga lo ocurrido como un golpe de Estado porque no cumple con dos rasgos esenciales de las viejas asonadas: “toma del poder por parte del estamento militar y quebrantamiento del Estado de Derecho”. Subraya que la acción de las FAN se basó en una orden judicial y “su propósito fue restablecer el imperio de la Ley, el cual estaba siendo violentado consistentemente por el propio presidente del Poder Ejecutivo, al desconocer las disposiciones del Poder Judicial y del Poder Legislativo”.
Contraria a las rápidas condenas de gobiernos y organizaciones como la UE, EEUU, ONU, OEA, ALBA, Grupo de Río, (que sólo escucharon a Zelaya y no a la contraparte) Montes piensa que Honduras sentó un precedente que pasará a ser objeto de estudio de universidades, diplomáticos y políticos de todo el mundo: “por primera vez en Latinoamérica el pueblo se rebela, sin derramamiento de sangre y sin violencia, contra un Presidente democráticamente electo, por violar disposiciones legales y la institucionalidad vigente en el país”. En efecto, Zelaya no respetó las resoluciones del Fiscal General, de la CSJ, de la Procuraduría General, del Comisionado de los Derechos Humanos, ni del Congreso. Se negó a rendir cuentas de los fondos del Estado y se empeñó en una consulta manipulada para lograr su reelección, para la cual dio órdenes al comandante de la FAN quien, al negarse a cumplirlas, desencadenó la crisis. La Constitución hondureña contiene algunos artículos denominados pétreos (para evitar el caudillismo) tales como: “la democracia será siempre la forma de gobierno, el período presidencial durará cuatro años y no habrá reelección”. Desde la asociación de Zelaya con Chávez, a Honduras llegaron aviones con activistas venezolanos y “ayuda”, como los 100 tractores y petróleo regalado. Allí acamparon los juristas españoles Roberto Viciano Pastor y Rubén Martínez Dalmau, financiados con nuestros petrodólares, listos para montar la Asamblea Constituyente en Honduras, como hicieron en Ecuador y Bolivia. Asesoraron también al candidato peruano Ollanta Humala.
Afirma Montes que los organismo internacionales, gobiernos y cierta prensa mundial condenan lo sucedido en Honduras, porque lo analizan a través del viejo paradigma de los golpes de Estado. No se han percatado (o no han querido) “que en Honduras el domingo se rompió el modelo”. La OEA, convertida en un club de presidentes y no de pueblos, hipócritamente se niega a reconocer que si sacar del poder a un Presidente elegido democráticamente es un golpe de Estado, también es un golpe de Estado cuando ese Presidente deviene en un dictador en su ejercicio, como está ocurriendo ostensiblemente en Venezuela.
Chávez cierra medios, despoja a Ledezma de su alcaldía y de sus 700 mil votos para poner a una usurpadora a dedo sin que Obama (que quiere distanciarse del nefasto pasado histórico de EEUU), ni Moratinos, ni Insulza se conmuevan, pero se horrorizan porque Honduras le dice ¡basta! a los golpes constantes de Zelaya, elegido con 900 mil votos. La valentía de los hondureños asustó a quienes tienen rabo de paja. Por eso el aquelarre del Alba, donde el “pendejo” e “inmoral” de Insulza (Chávez dixit), -quien hizo como que no veía los sucesivos golpes de Zelaya- asintió complacido cuando el violador Ortega, el “demócrata” Raúl Castro y el “héroe” del 4F proponían el embargo a Honduras, el mismo que califican de crimen del imperio aplicado en Cuba.
Honduras -sentencia la costarricense Montes- está dando al mundo una gran lección: “Aunque un Presidente haya sido electo democrática y legítimamente no tiene derecho a desobedecer la Constitución. El mensaje de Honduras es simple: el voto popular no incluye una licencia para delinquir y todo esfuerzo para gobernar por el bien común debe estar dentro del marco de la ley”. Que tome nota Chávez y los poderes lacayos que aplauden sus delitos constantes.
De hipocresías y otros golpes que la OEA no ve
Marta Colomina
El Universal
Fonte: Noticias24

sábado, 4 de julho de 2009

AGORA TAMBEM SEREMOS CULPADOS

Enquanto o presidente deposto Manuel Zelaya, insuflado por dirigentes como Lula, ameaça descer em Honduras acompanhado por vários presidentes bolivarianos e uma comitiva internacional, até o CARDEAL DE TEGUCIGALPA, OSCAR ANDRÉS RODRIGUES, implora que não volte, para não desatar "um banho de sangue". Ressalta que até agora não morreu um só hondurenho. Pede por favor à Zelaya, porque "depois será tarde demais". Que a diplomacia brasileira reflita e não mergulhe as mãos em sangue inocente.

Para um bom entendedor: Que o povo brasileiro não permita que o Brasil suje as mãos do seu povo com sangue inocente.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

UM SHOW DE DEMOCRACIA E PATRIOTISMO

FORA SOCIALISMO BOLIVARIANO.

Que a lição hondurenha se espalhe pelo continente.

Quarta-feira, Julho 01, 2009

Honduras começa a respirar.

Os Estados Unidos e grande parte dos países da União Européia decidiram não retirar os embaixadores de Honduras. Alvaro Colom, presidente da Guatemala, rechaçou o uso de força militar, conforme sugerido por Hugo Chávez. Álvaro Uribe, presidente da Colômbia, defende o princípio da auto-determinação dos povos e afirma que os acordos de não intervenção devem valer para todos. O ministro de Comercio Exterior (Comex) da Costa Rica, Marco Vinicio Ruiz, manifestou seu desagrado com o fechamento de fronteiras realizado por El Salvador, Guatemala e Nicarágua, alegando violação ao trânsito comercial garantido por inúmeros tratados internacionais. Por fim, Israel e Taiwan já reconheceram o novo governo empossado no último domingo. Honduras respira. Respira democracia.

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Além disso, o presidente deposto, que será encarcerado assim que botar o pé em Honduras, já transferiu a sua volta para domingo. Não virá. Perdeu. Desarmados os circos mambembes da Alba, da OEA e da ONU, que dão tribuna fácil para malabaristas demagogos, os chapolins colorados voltam para as suas platéias, cuspindo fogo e engolindo espadas. Uh, ah, democracia no se vá!

Postado por Coronel às 14:20:00 3 comentários

Ei, Lula, Amorim e Garcia, quantos hondurenhos vocês vão matar hoje?

Honduras é um país paupérrimo, com mais de 50% da população abaixo da linha da pobreza. 40% das crianças hondurenhas vivem nas ruas. 28% da população economicamente ativa está desempregada. Guatemala, Nicarágua e El Salvador, países socialistas, fecharam as fronteiras, impedindo o acesso de alimentos, remédios, combustível, isolando o país por terra. O BID congelou investimentos de U$ 250 milhões no país, pressionado por uma ONU comandada por um sandinista e pela OEA dirigida por um simpatizante do chavismo. Outro país socialista, a Venezuela, não vai mais vender petróleo para Honduras. Os socialistas, que tanto contestam o embargo à Cuba, querem sufocar o povo hondurenho. Lula aliou-se ao embargo. Com orgulho imenso, o governo petista que ama o socialismo informa que está suspendendo uma série de projetos desenvolvidos naquele país na área da saúde: um programa de combate ao mal de Chagas, a implantação de um sistema de sangue e hemoderivados, um projeto de treinamento para manejo de bancos de leite humano e a construção de um centro de traumatologia. Celso Amorim, ministro das Relações Exteriores do Brasil, jacta-se da "situação insustentável" em que ficou Honduras, tendo em vista o bloqueio. Celso Amorim tem razão em dizer que Honduras "não tem condições de sobreviver por muito tempo." Não tem mesmo. Se já era difícil sobreviver com a ajuda do mundo, será impossível viver bloqueado, embargado, sufocado pelo socialismo bolivariano. Honduras é um país que vive há 28 anos em plena democracia. Bastou assumir um presidente ligado ao socialismo para que o país voltasse a ter o estado de direito ameaçado. O povo de Honduras saiu às ruas, ontem, pacificamente, para dizer ao mundo que tomou uma decisão soberana e que ela faz parte do seu direito inalienável a auto-determinação, baseado no respeito à Constituição. Honduras vai resistir, Honduras vai lutar pela sua democracia. Enquanto isso, Lula, Amorim e Garcia vão matar alguns hondurenhos por dia, em apoio ao presidente socialista Manuel Zelaya. Vão matar crianças de fome, febre e falta de leite. Tudo para defender o socialismo, o chavismo, os interesses do Foro de São Paulo. Um dos países mais pobres do mundo está sitiado pelos

poderosos socialistas. Não, eles não comem criancinhas. Eles as matam vagarosamente

O Wall Street Journal apoiou hoje, em editorial, a defesa que Honduras exerceu para manter a sua democracia. Aliás, este é o título do artigo. O jornal afirma que Zelaya, o presidente impedido, exagerou ao tentar fazer o que Hugo Chávez tem feito na Venezuela, mudando a constituição ao seu bel prazer. Mas alerta que Honduras não está livre de Chávez, que exercerá todo o tipo de pressão para gerar um movimento internacional pelo retorno do ex-presidente golpista.

Postado por Coronel às 17:30:00

Em 7 de setembro saia, vá às ruas mostre sua repulsa ao atual estado das coisas, vista preto, coloque faixas pretas em sua casa em seu carro, apite, mostre sua indignação.

Palavras em telas de computador não resolverão os problemas do Brasil

Contra tudo e contra todos a pequena e pobre Honduras dá um show de democracia e patriotismo.

Alberto Figueiredo – Instituto Mãos Limpas Brasil – Regional Cabo de Santo Agostinho / PE.

Telefones: 55 81 3479.2986 / 88345783



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