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sábado, 30 de janeiro de 2010

Brasileiros! Não deixem de assistir este marco na história do Brasil

Mesmo com investimento de milhões o filme retrata tanta mentira que salta aos olhos até mesmo dos crentes seguidores da mula de nove dedos.-Alberto Figueiredo


Ipojuca Pontes
25 Janeiro 2010

Artigos - Governo do PT

E na sua terceira semana de exibição, em circuito nacional, a freqüência media do filme, que já era baixa, caiu 70%, consolidando a derrocada.

Produto estrategicamente amparado pelo aval do Palácio do Planalto e embalado para ser visto por 20 milhões de espectadores pagantes, "Lula, o Filho do Brasil", o mais caro filme produzido até hoje no país (algo em torno de R$ 40 milhões, incluindo farta publicidade, confecção de 430 cópias e outras despesas) - fracassou miseravelmente. Ao tomar conhecimento do fato Lula ficou "desapontado", pois contava com o êxito do filme para arrebanhar votos e eleger Dilma Rousseff - ex-terrorista e assaltante de banco - à presidência da República.

Em São Paulo, principal mercado exibidor do país, o filme de Lula conseguiu pouco mais de 100 mil espectadores na sua segunda semana de exibição. (Para se ter idéia do desastre, em apenas três dias o desenho animado "Alvim e os Esquilos", produção de segunda linha americana, superou a casa dos 640 mil ingressos vendidos). E na sua terceira semana de exibição, em circuito nacional, a freqüência media do filme, que já era baixa, caiu 70%, consolidando a derrocada.

Fui ver o filme de Lula numa sala da Zona Sul do Rio, na última sessão de uma sexta-feira, horário considerado nobre para o mercado exibidor. Sua platéia, constituída por 17 incautos, mostrava-se entediada, em que pese o som áspero de uma trilha sonora sobrecarregada - em cinema, curiosamente, um fator decisivo para se anular a atenção do público. Antes do letreiro "Fim", uns cinco espectadores, mais hostis, simplesmente abandonaram a sala de projeção, entre apupos e imprecações.

Por que o filme de Lula, mesmo com a milionária campanha de marketing e massivas chamadas na televisão, além do intenso noticiário da mídia amiga e o apoio milionário das centrais sindicais, fracassou a olhos vistos?

Em primeiro lugar porque é um filme pesado, "bore" - como diria, apropriadamente, a vigorosa Pauline Kael. Seu roteiro, por elíptico, caminha aos saltos e carece de uma estrutura dramática eficiente, capaz de envolver o espectador. Seus articuladores, movidos pela insensatez, pretendendo compor um ambicioso painel da vida do "cinebiografado", estraçalharam as etapas de apresentação, desenvolvimento, clímax e desfecho da narrativa em função de uma montagem que corre em velocidade supersônica, suprimindo, com isso, a necessária integridade e clareza da narrativa.

Eis o veredicto: como se processa numa dramaturgia capenga, o filme de Lula corre por conta de situações dramáticas apenas esboçadas e, ao modo de um relatório previsível, materializa-se como peça de ilustração - ilustração chata e pouco convincente.

Mas a razão primeira pela qual o filme de Lula fracassa é porque ele navega, do início ao fim, nas águas turvas da mentira. Basicamente tudo que nele é exposto - desde os episódios da infância carente narrados em tom autocomplacente pelo ex-operário à "companheira" Denise Paraná (paga pela Fundação Perseu Abramo, instituição petista) até os relatos da sua ascendência na vida sindical - traz o selo da invencionice dissimulada e o desejo manifesto de se fabricar a imagem do herói predestinado que se fez presidente.

Como o filme não tem senso de humor, o ponto de partida objetivado é comover o espectador pela exploração emotiva do miserabilismo físico e humano da paisagem social adversa. Neste diapasão, por exemplo, a cabrinha traçada por Lula na infância, conforme seu relato à "Playboy", fica de fora. Como de fora fica o episódio marcante em que Vavá, o irmão mais velho de Lula, rouba mortadela para matar a fome da família - cena que é o ponto de partida de "Os Miseráveis", a obra perene de Victor Hugo.

Por sua vez, na ânsia de soterrar a moral de botequim que norteia o personagem, por (de)formação infenso a qualquer tipo de valor espiritual, o filme subtraí a cena em que o futuro líder sindical, depois de pedir ao patrão para fazer algumas horas extras na oficina, enfia o dinheiro pago no bolso e, fugindo do trabalho, manda o patrão "tomar no...".

Como também fica ausente da narrativa, não por acaso, o relato crucial da enfermeira Miriam Cordeiro, ex-mulher do santificado sindicalista, que o trata por consumado "canalha" em depoimento ao "Estado de São Paulo", tendo em vista a discriminação exercida por ele contra a filha Lurian, cuja vida, anos antes, "queria ver abortada".

Ademais, para enganar a audiência, os articulares da escorregadia peça publicitária sequer mencionam o papel dos cursilhos comunistas (lecionados na Alemanha Oriental) na formação ideológica do sindicalista empenhado em fomentar o ódio de classe.

Por outro lado, com o firme propósito de incensar o mito do líder carismático, pleno de virtudes, o filme esconde as relações promíscuas de Lula com Murilo Macedo, o ministro do Trabalho com quem enchia a cara de cachaça num sítio de Atibaia, interior de São Paulo, na tentativa de morder a grana fácil da "ditadura militar".

Pior: o filme esconde do espectador que a liderança de Lula no movimento sindical emerge da infiltração dos apóstatas da "teologia da libertação", aliados do terrorismo (rural e urbano) financiado por Fidel Castro, somada à ação dos ativistas radicais banidos da vida política cabocla e dos intelectuais marxistas da USP - na prática os reais fundadores do Partido dos Trabalhadores. Não parece estranho, por exemplo, que tenha sido eliminado do entrecho a figura subversiva do "Frei" Betto, o mentor ideológico do maleável líder sindical?

Por incrível que parece, há no filme de Lula dois personagens que são responsáveis pelos momentos (raros) em que o filme anda e adquire verossimilhança. São eles: Aristides (interpretado por Milhem Cortaz, na férrea composição de um sub-Zampanô caboclo), o pai alcoólatra de quem Lula reconhece ter "herdado o lado ruim", e Feitosa (Marcos Cesena, convincente), na vida real Paulo Vidal, o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos, hábil precursor do "sindicalismo de resultados", de quem o operário de nove dedos tudo absorveu em matéria de malandragem e, depois, já contando com o apoio e as instruções das facções vermelhas, traiu.

São personagens episódicos, mas funcionais, visto que representam de alguma forma presenças antagônicas, sem as quais não há vestígio de dramaturgia. Já a personagem de D. Lindu (Gloria Pires, uma máscara sustentada com boa porção de pancake), de quem muito se esperava, opera convencionalmente, proferindo sentenças prosaicas, como é de se esperar de uma figura materna - por sinal, segundo Frei Chico, o filho mais velho, negligenciada pela eterna ausência do amado líder sindical.

Resumo da ópera: em vez de uma cinebiografia contraditória e humana, temos no filme de Lula o engendrar da construção de um mito. Nele, o personagem é visto como um ser perfeito e predestinado - logo ele, um sujeito grosseiro e vulgar, desprovido de qualquer tipo de grandeza, a não ser a de mercadejar mentiras em função da manutenção do poder. Nem Stalin, o monstruoso fabricante de si mesmo, consentiu que se cultuasse, em vida, sob forma de obra de ficção, sua personalidade ditatorial.

O que restará ao filme de Lula? Com o apoio da grana fácil do governo, cumprir a sua missão como peça de propaganda enganosa na agenda eleitoral de 2010. No Sul do país, as centrais sindicais estão distribuindo milhões de ingressos entre os seus filiados, ao tempo em que fornecem sanduíche, refrigerantes e serviço de transporte gratuito aos eventuais companheiros que se disponham a ver a peça de louvação.

No Nordeste, fala-se na contratação de unidades móveis de exibição para percorrer centenas de cidades do interior que ainda não possuem salas de projeção. São gastos adicionais que os mentores (públicos e privados) do projeto não abrem mão na esperança de que as populações miseráveis testemunhem o florescer da Virtú. A meu ver, inutilmente. Pois, como dizia o outro (que não foi, em absoluto, o Joãozinho Trinta), quem gosta de miséria - e dela se beneficia - são os intelectuais de esquerda. Pobre - ou operário - só quer luxo e riqueza.

No que está coberto de razão.

P.S. - Visto como espetáculo soa como desperdício que "Lula, o Filho do Brasil", o "bom negócio" da LC Barreto, tenha custado em torno de enxundiosos R$ 20 milhões, até a 1ª cópia. É muita grana! Um produtor eficiente teria chegado a resultado idêntico com pouco mais de R$ 2 milhões



sábado, 23 de janeiro de 2010

QUEM É A CANDIDATA DO PRESIDENTE LULA?

SE VOCÊ JÁ É ROUBADO POR QUEM DIZ NÃO SER LADRÃO, IMAGINE POR UMA QUE TODOS SABEM QUE FOI.
AGORA SE FAZ DE BOAZINHA PARA DEPOIS COLOCAR TODOS DEBAIXO DE SUAS BOTAS.
DILMA SÓ SERVE PARA LULA, PARA DEIXAR O CAMINHO ABERTO PARA ELE VOLTAR DAQUI A QUATRO ANOS, ISSO SE ELA DEIXAR, POIS LULA NÃO PASSA DE UM BONECO COMANDADO.

O cérebro do roubo ao cofre



Com passado pouco conhecido, a ministra envolveu-se em ações espetaculares da guerrilha





Alexandre Oltramari

Antonio Milena



A ficha nos arquivos militares de Dilma Rousseff, hoje ministra das Minas e Energia: só em 1969, ela organizou três ações de roubo de armamentos em unidades do Exército no Rio de Janeiro

No atual governo, há dois ex-guerrilheiros com posto de ministro de Estado. Um é o ex-presidente do PT, José Dirceu, ministro da Casa Civil, cuja trajetória política é bastante conhecida. Foi preso pelo regime militar, recebeu treinamento de guerrilha em Cuba e, antes de voltar às escondidas para o Brasil, submeteu-se a uma cirurgia plástica no rosto para despistar a polícia. O outro integrante do primeiro escalão com passagem pela guerrilha contra a ditadura militar é a ministra Dilma Rousseff, das Minas e Energia — mulher de fala pausada, mãos gesticuladoras, olhar austero e passado que poucos conhecem. Até agora, tudo o que se disse a respeito da ministra dava conta apenas de que combatera nas fileiras da Vanguarda Armada Revolucionária Palmares, a VAR-Palmares, um dos principais grupos armados da década de 60. Dilma Rousseff, no entanto, teve uma militância armada muito mais ativa e muito mais importante. Ela, ao contrário de José Dirceu, pegou em armas, foi duramente perseguida, presa e torturada e teve papel relevante numa das ações mais espetaculares da guerrilha urbana no Brasil — o célebre roubo do cofre do governador paulista Adhemar de Barros, que rendeu 2,5 milhões de dólares.



O assalto ao cofre ocorreu na tarde de 18 de julho de 1969, no Rio de Janeiro. Até então, fora "o maior golpe da história do terrorismo mundial", segundo informa o jornalista Elio Gaspari em seu livro A Ditadura Escancarada. Naquela tarde, a bordo de três veículos, um grupo formado por onze homens e duas mulheres, todos da VAR-Palmares, chegou à mansão do irmão de Ana Capriglioni, amante do governador, no bairro de Santa Teresa, no Rio. Quatro guerrilheiros ficaram em frente à casa. Nove entraram, renderam os empregados, cortaram as duas linhas telefônicas e dividiram-se: um grupo ficou vigiando os empregados e outro subiu ao quarto para chegar ao cofre. Pesava 350 quilos. Devia deslizar sobre uma prancha de madeira pela escadaria de mármore, mas acabou rolando escada abaixo. A ação durou 28 minutos e foi coordenada por Dilma Rousseff e Carlos Franklin Paixão de Araújo, que então comandava a guerrilha urbana da VAR-Palmares em todo o país e mais tarde se tornaria pai da única filha de Dilma. O casal planejou, monitorou e coordenou o assalto ao cofre de Adhemar de Barros. Dilma, no entanto, não teve participação física na ação. "Se tivesse tido, não teria nenhum problema em admitir", diz a ministra, com orgulho de seu passado de combatente.



"A Dilma era tão importante que não podia ir para a linha de frente. Ela tinha tanta informação que sua prisão colocaria em risco toda a organização. Era o cérebro da ação", diz o ex-sargento e ex-guerrilheiro Darcy Rodrigues, que adotava o codinome "Leo" e, em outra ação espetacular, ajudou o capitão Carlos Lamarca a roubar uma Kombi carregada de fuzis de dentro de um quartel do Exército, em Osasco, na região metropolitana de São Paulo. "Quem passava as orientações do comando nacional para a gente era ela." O ex-sargento conta que uma das funções de Dilma era indicar o tipo de armamento que deveria ser usado nas ações e informar onde poderia ser roubado. Só em 1969, ela organizou três ações de roubo de armas em unidades do Exército, no Rio. Quando foi presa, em janeiro de 1970, o promotor militar que preparou a acusação classificou-a com epítetos superlativos: "Joana D'Arc da guerrilha" e "papisa da subversão". Dilma passou três anos encarcerada em São Paulo e foi submetida aos suplícios da tortura.



Décio Bar



O capitão Carlos Lamarca, o maior mito da esquerda armada no Brasil, e Iara Iavelberg, com quem o capitão manteve um tórrido e tumultuado romance. Com Lamarca, Dilma Rousseff polemizou sobre os rumos da guerrilha, numa famosa reunião realizada em Teresópolis. Com Iara, ia à praia, falava de cinema, e tornaram-se confidentes





A atual ministra era tão temida que o Exército chegou a ordenar a transferência de um guerrilheiro preso em Belo Horizonte, o estudante Ângelo Pezzuti, temendo que Dilma conseguisse montar uma ação armada de invasão da prisão e libertação do companheiro. Durante o famoso encontro da cúpula da VAR-Palmares realizado em setembro de 1969, em Teresópolis, região serrana do Rio, Dilma Rousseff polemizou duramente com Carlos Lamarca, o maior mito da esquerda guerrilheira. Lamarca queria intensificar as ações de guerrilha rural, e Dilma achava que as operações armadas deveriam ser abrandadas, priorizando a mobilização de massas nas grandes cidades. Do encontro, produziu-se um racha. Dos 37 presentes, apenas sete acompanharam Lamarca. Ficaram com boa parte das armas da VAR-Palmares e metade da fortuna do cofre de Adhemar de Barros. Os demais concordaram com a posição de Dilma Rousseff.



A divergência com Carlos Lamarca não impediu Dilma de manter uma sólida amizade com a guerrilheira Iara Iavelberg, musa da esquerda nos anos 60, com quem o capitão manteve um tórrido e tumultuado romance. Dilma chegou a hospedá-la em seu apartamento, no Rio. Juntas, iam à praia, falavam de cinema, tornaram-se confidentes. Nos três anos que passou na cadeia, seu nome chegou a aparecer em listas de guerrilheiros a ser soltos em troca da libertação de autoridades seqüestradas — mas a ação que renderia sua liberdade foi malsucedida. Aos 55 anos, recentemente separada de Carlos Franklin de Araújo, Dilma Rousseff não lembra a guerrilheira radical de trinta anos atrás, embora exiba a mesma firmeza. "Ela é uma mulher suave e determinada", diz a jornalista Judith Patarra, autora do livro Iara, que conta a trajetória de Iara Iavelberg (1944-1971). "Quando a vi na televisão, percebi que Dilma continua a mesma. É uma mulher espetacular e será uma sargentona no governo. Ela não é mulher de meio-tom", resume o ex-companheiro de guerrilha Darcy Rodrigues.


Revista Veja


Com reportagem de Luís Henrique Amaral

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Brasil é imoral até quando tenta moralizar - Raposa tomando conta de galinheiro













Publicado por Adriana Vandoni em 16/12/2009 às 15:43 hs.

Vocês sabem que o Senado vai acompanhar os gastos com a Copa e com as Olimpíadas, né? Para isso criaram até a “Subcomissão Permanente de Acompanhamento da Copa2014 e das Olimpíadas2016″. Muito bonito! O escolhido para presidir os trabalhos não podia ser melhor. O senador Cícero Lucena que tem um currículo invejável. Ele já foi inclusive preso durante a Operação Confraria da Polícia Federal em 2005.

Eis o CURRICULUM DA INCELENÇA – FONTE-PORTAL TRANSPARÊNCIA






Publicado por Adriana Vandoni em 16/12/2009 às 15:43 hs.

Cícero Lucena (PSDB-PB) - Senado Federal/BR

Nome de batismo: Cícero de Lucena Filho

CPF: 142.488.324-53

Período: 2007-2015 Cargos relevantes: Vice-governador (1990-1994, PMDB-PB) e governador (1994) da Paraíba. Ministro do Planejamento (1995). Prefeito de João Pessoa por dois mandatos (1997-2000, PMDB-PB; 2001-2004, PSDB-PB). Secretário estadual de Planejamento (2005).

Outros dados relevantes: É marido de Lauremília Lucena, ex-vice-governadora, e primo de Humberto Lucena, ex-senador. Foi preso durante a operação Confraria da Polícia Federal.

Histórico de filiações partidárias: PMDB e PSDB.

e-mail: cicero.lucena@senador.gov.br

Votos recebidos na última eleição: 803.600

Eleito(a) pelo PSDB.



Exceto por itens em que se informam explicitamente datas de atualização, os dados de Cícero Lucena apresentados nesta página foram alterados por último em 30/09/2009. A Transparência Brasil só se responsabiliza por referências extraídas daqui após essa data.

Ocorrências na Justiça e Tribunais de Contas

As informações sobre ocorrências nas Justiças estaduais e nos Tribunais de Contas dependem da disponibilidade de dados em cada Corte, havendo grande disparidade de estado a estado. Por isso, pode acontecer eventual ausência de menção a processo em que algum parlamentar é réu. Processos que correm em primeira instância só são incluídos quando movidos pelo Ministério Público ou outros órgãos públicos. Processos movidos por outras partes só são assinalados quando já existe decisão desfavorável ao parlamentar. No caso de contas de campanha rejeitadas, todas as decisões são assinaladas aqui (desde que o político não tenha obtido a anulação da decisão), mesmo que o parlamentar tenha corrigido o problema (no caso de erros meramente formais, por exemplo). São anotadas ocorrências relativas a homicídio, estupro e pedofilia, mas não são incluídos outros litígios de natureza privada (como disputas por pensão alimentícia), nem queixas relacionadas a crimes contra a honra (porque políticos são freqüentemente alvo desse tipo de processo). Por fim, assinala-se aqui a inscrição do parlamentar na dívida ativa previdenciária e na lista de autuados por exploração do trabalho escravo.

STF Ação Penal Nº493/2008 - Crime da lei de licitações; reautuação do Inquérito Nº2535/2007. Cícero Lucena é acusado de desvio de verbas públicas e fraudes em licitações referentes a convênios firmados entre a prefeitura de João Pessoa e o Governo Federal.

STF Inquérito Nº2527/2007 - Denúncia por crime contra a lei de licitações e formação de quadrilha. Cícero Lucena é acusado de integrar uma organização criminosa que teria desviado recursos públicos por meio de fraudes em licitações e contratos.

TRF 5ª Região Agravo de Instrumento Nº2008.05.00.079541-1 – Referente a medida cautelar (TRF 5ª Região 2ª Vara Federal da Paraíba – Processo Nº2007.82.00.008479-0) vinculada a ação civil pública (Processo Nº2005.82.00.014845-0) por improbidade administrativa, que tramita em primeira instância.

TRF 5ª Região Agravo de Instrumento Nº2008.05.00.028274-2 – Referente a ação civil pública (TRF 5ª Região 3ª Vara Federal da Paraíba – Processo Nº2007.82.00.007298-2) por improbidade administrativa, que tramita em primeira instância.

TRF 5ª Região Agravo de Instrumento Nº2007.05.00.089446-9 – Referente a medida cautelar (TRF 5ª Região 2ª Vara Federal da Paraíba – Processo Nº2007.82.00.008133-8) vinculada a ação civil pública (Processo Nº2007.82.00.007302-0) por improbidade administrativa, que tramita em primeira instância.

TRF 5ª Região Agravo de Instrumento Nº2007.05.00.089169-9 – Referente a medida cautelar (TRF 5ª Região 2ª Vara Federal da Paraíba – Processo Nº2007.82.00.008605-1) vinculada a ação civil pública (Processo Nº2007.82.00.007295-7) por improbidade administrativa, que tramita em primeira instância.

TRF 5ª Região Agravo de Instrumento Nº2007.05.00.089162-6 – Referente a medida cautelar (TRF 5ª Região 2ª Vara Federal da Paraíba – Processo Nº2007.82.00.008606-3) vinculada a ação civil pública (Processo Nº2007.82.00.007296-9) por improbidade administrativa, que tramita em primeira instância.

TRF-5 Seção Judiciária da Paraíba Improbidade Administrativa Nº2007.82.00.007299-4 - É processado em ação civil movida pelo Ministério Público.

TRF-5 Seção Judiciária da Paraíba Improbidade Administrativa Nº2007.82.00.007300-7 - É processado em ação civil movida pelo Ministério Público.

TRF-5 Seção Judiciária da Paraíba Improbidade Administrativa Nº2007.82.00.007302-0 - É processado em ação civil movida pelo Ministério Público.

TRF-5 Seção Judiciária da Paraíba Improbidade Administrativa Nº2007.82.00.007303-2 - É processado em ação civil movida pelo Ministério Público.

TRF-5 Seção Judiciária da Paraíba Improbidade Administrativa Nº2008.82.00.001956-0 - É processado em ação civl movida pelo Ministério Público.

TRE-PB Prestação de Contas Nº1617/2006 - Rejeitada por unanimidade a prestação de contas de sua campanha em 2006. O TSE manteve a decisão ao julgar o Agravo de Instrumento Nº8624/2007.

TCU Acórdão Nº1064/2007 – Manteve decisão anterior (Acórdão Nº1865/2004) que o condenou a multa de R$ 20.000,00 por irregularidades em convênios com a Embratur, o Ministério da Integração Nacional e com o Fundo Nacional de Saúde (FUNASA) quando era prefeito de João Pessoa. Essa posição do Tribunal foi novamente confirmada pelo Acórdão Nº1586/2008.

TCU Acórdão Nº1063/2007 – Reduziu para R$ 10.000,00 a multa definida em decisão anterior (Acórdão Nº1683/2004) por irregularidades em convênios com a Embratur e a Caixa Econômica Federal quando era prefeito de João Pessoa - contrato vencido, edital de licitação vago, prorrogações e sub-rogação de contratos.

Deu no Jornal

Saiba mais...

Clique em "saiba mais" para ver todas menções a Cícero Lucena no noticiário sobre corrupção, integridade do Estado e assuntos correlatos acumulado no projeto Deu no Jornal, da Transparência Brasil. A presença de um certo nome numa matéria que trata desses assuntos não significa necessariamente que a pessoa esteja envolvida em algum caso como acusada de corrupção, mas apenas que é mencionada. Preste atenção em possíveis homonimias: verifique pelo contexto da notícia se o parlamentar em questão é de fato mencionado no texto, e não outra pessoa com o mesmo nome.

Preso durante a Operação Confraria da Polícia Federal, acusado de fraudes em licitações quando prefeito de João Pessoa (Folha de S. Paulo, 22.jul.2005; Jornal da Paraíba, 22.jul.2005; 24.fev.2007).

É investigado por celebração de contratos irregulares de convênios entre a prefeitura de João Pessoa e o governo federal (Correio da Paraíba, 26.ago.2006).

Teve parte de seus bens bloqueados pela justiça como garantia de ressarcimento aos cofres públicos de quantia superfaturada em construção de viaduto, quando prefeito de João Pessoa (Correio da Paraíba, 7.nov.2006).

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) da Paraíba rejeitou a prestação de contas da sua campanha de 2006 (Folha de S. Paulo, 19.dez.2006).

O Ministério Público Federal na Paraíba propôs em setembro mais nove ações contra o senador e outras 36 pessoas - físicas e jurídicas - envolvidas em irregularidades na execução de convênios e contratos de repasses investigados pela Operação Confraria, por prática de improbidade administrativa (Correio da Paraíba, 27.set.2007).

Ocupando o apartamento funcional cedido pelo senado recebeu o auxílio-moradia e terá que ressarcir a quantia correspondente aos cofres públicos (Correio Braziliense, 29.mai.2009).

Matérias legislativas

Veja todas as matérias apresentadas

por Cícero Lucena

Examinaram-se todas as proposições apresentadas por Cícero Lucena desde o início de seu mandato. Clique no botão "Saiba mais" para ver todas as proposições de sua autoria apresentadas no período. As matérias são classificadas pela Transparência Brasil em diversas categorias temáticas. Tais categorias, por sua vez, são divididas em duas classes: com impacto e com pouco ou nenhum impacto. As categorias com baixo impacto são: Homenagens a pessoas e instituições; Batismos de logradouros, salas etc.; Simbologia; Cidades-símbolo, Cidades-irmãs; Pedidos de convocação de sessões solenes e especiais; e Datas comemorativas. Classificar um projeto como dotado de impacto não significa julgá-lo meritório, mas apenas que, se aprovado, teria conseqüências concretas sobre a comunidade – ainda que o teor do projeto seja possivelmente descabido.





Classificação 2007 2008 2009 Total %

Com impacto 3 2 7 12 52,2

Com pouco ou nenhum impacto 5 4 2 11 47,8

Total 8 6 9 23

Cícero Lucena formulou ainda: 2 requisições e/ou pedidos de informação a outros órgãos, principalmente do Executivo; 7 proposições relativas a tramitações e a outros assuntos da Casa.

Veja aqui o resumo da produção legislativa de todos os integrantes desta Casa.

Dados atualizados em 23/11/2009.

Uso de verbas indenizatórias (acumulado)

Saiba mais...



Dados disponíveis desde fevereiro de 2008 (em alguns casos, desde janeiro).

Consultorias/Divulgação R$ 58.394,37

Transportes/Estadias R$ 209.228,59

Total R$ 267.622,96

Atualizado em 07/01/2010.

Bens declarados à Justiça Eleitoral

Saiba mais...

Soma dos bens declarados em 2006 R$ 914.731,00

Patrimônio Montante

Casa Res. sito à rua Norbeto C. Nogueira, 301, João Pessoa R$ 265.719,00

Quotas partes no capital da empresa Gradiente Ltda. R$ 193.800,00

Parte no terreno situado à Av. João Maurício, Tambaú R$ 166.660,00

Veículo tipo Pajero ano 2000 R$ 85.000,00

Casa Res. sito à Praia do Poço, Cabedelo, Paraíba R$ 61.227,00

Quotas no grupo 2023 do Consórcio Scania Administradora R$ 48.000,00

03 salas comerciais situadas no Edf. Monte Carlo, João Pessoa R$ 45.000,00

Salas comerciais situadas no Empresarial Independência, João Pessoa R$ 38.907,00

02 salas comerciais, Edf. Tocantins, João Pessoa R$ 10.417,00

Quotas partes no capital da empresa Posto Cabaceiras R$ 1,00

Doações eleitorais realizadas

Políticos não apenas recebem doações eleitorais. Eles também financiam campanhas – geralmente de si próprios, mas muitas vezes de outros candidatos. Aqui são apresentadas as doações realizadas por Cícero Lucena em 2004, 2006 e 2008. Provisoriamente, os beneficiários de doações feitas em 2004 e em 2006 está sendo recolhida no TSE para ser mostrada aqui. Como o mecanismo de consulta do TSE recolhe os dados dos doadores usando o seu CPF (para 2004 também o nome), a consulta deixa de recuperar informações que tenham sido registradas com variações de nome e/ou CPF. Além disso, no TSE, muitas vezes falta o CPF de doadores, o que impede o sistema de exibir os dados correspondentes. Em todos esses casos, o total das contribuições exibidas nas tabelas será menor do que o total destacado em vermelho, o qual foi obtido a partir do projeto Às Claras, da Transparência Brasil, agregando todas as variações de nomes e CPFs.

Doações feitas em 2008

Beneficiário Partido Candidatura Município Montante

ANTONIO HERVÁZIO BEZERRA CAVALCANTI PSDB Vereador JOÃO PESSOA-PB 50,00

Total R$ 50,00



Soma das doações feitas em 2006 R$ 54.920,00

Beneficiário Partido - UF Data Montante Tipo

CICERO DE LUCENA FILHO PSDB - PB 28/07/2006 7.500,00 Recursos próprios

CICERO DE LUCENA FILHO PSDB - PB 19/10/2006 40.000,00 Recursos próprios

CICERO DE LUCENA FILHO PSDB - PB 20/10/2006 6.250,00 Recursos próprios

CICERO DE LUCENA FILHO PSDB - PB 25/10/2006 1.000,00 Recursos próprios

CICERO DE LUCENA FILHO PSDB - PB 26/10/2006 100,00 Recursos próprios

CICERO DE LUCENA FILHO PSDB - PB 30/10/2006 70,00 Recursos próprios

Campanha eleitoral 2006

Saiba mais...

Soma das receitas declaradas R$ 633.854,49

Doador CPF/CNPJ Montante

ELEIÇÃO 2006 CASSIO RODRIGUES DA CUNHA LIMA 081.286.340 R$ 100.000,00

FRATELLI VITA BEBIDAS LTDA 736.262.930 R$ 100.000,00

ENGENHARIA E COMERCIO BANDEIRANTES LTDA 595.980.290 R$ 67.000,00

CONSTRUTORA ESTRUTURAL LTDA 751.543.850 R$ 67.000,00

CÍCERO DE LUCENA FILHO 142.488.324 R$ 54.920,00

M. DIAS BRANCO IND. E COM. DE ALIMENTOS LTDA 072.068.160 R$ 50.000,00

ENGEVIX ENGENHARIA S/A 001.035.820 R$ 25.000,00

FAST FOOD JP LANCHONETES LTDA 029.706.420 R$ 22.500,00

CIA BRASILEIRA DE PETRÓLEO IPIRANGA 330.697.660 R$ 20.000,00

RAFAEL INDUSTRIA DE CONFECÇÕES LTDA 092.118.710 R$ 17.500,00

POSTO DE COMBUSTIVEIS Z LTDA 041.118.870 R$ 16.000,00

LEÃO & LEÃO LTDA 559.792.640 R$ 15.000,00

GRADIENTE CONSTRUÇÕES CIVIS E TERRAP LTDA 089.501.490 R$ 15.000,00

CLAUDINO S.A. 068.626.270 R$ 10.020,94

VILLAGIO COMÉRCIO DE COMBUSTIVEL E DERIVADOS LTDA. 040.714.240 R$ 10.000,00

PEDRO LINDOLFO DE LUCENA 023.239.584 R$ 10.000,00

RUBENS FALCAO DA SILVA NETO 338.529.604 R$ 8.000,00

MARIA AMERICA ASSIS DE CASTRO 308.418.104 R$ 5.000,00

RICOL TÊXTIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA 051.604.080 R$ 5.000,00

GRAFICA SANTA MARTA LTDA 090.984.190 R$ 4.925,15

Outros R$ 10.988,40



Soma das despesas declaradas R$ 485.937,00

Fornecedor CPF/CNPJ Montante

AUTO STAR - FINAUTO VEICULOS LTDA. 04.360.588/0001-45 R$ 49.550,00

POSTO DE COMBUSTIVEIS Z LTDA 04.111.887/0001-46 R$ 48.186,00

GRAFICA JB LTDA 08.540.403/0001-35 R$ 30.000,00

CHGA - IND. E COM. DE PREMOLDADOS LTDA 06.161.289/0001-07 R$ 29.430,00

ETIQUETAS BRASIL INDUSTRIA GRAFICA LTDA 01.515.239/0001-67 R$ 28.700,00

VILLAGIO CG COM E DERIVADOS DE PETROLEO LTDA 06.308.625/0001-00 R$ 25.000,00

RB NEWS - SIST.DE INF. LTDA 05.285.162/0001-37 R$ 20.000,00

FINAUTO VEICULOS LTDA 04.360.588/0001-45 R$ 19.800,00

GRAFICA SANTA MARTA LTDA 09.098.419/0001-00 R$ 15.579,00

IBC - IMPRESS BRASIL COMUNICAÇÃO VISUAL LTDA 06.003.562/0001-75 R$ 15.000,00

PRATICA SINALIZAÇÃO LTDA 03.052.872/0001-91 R$ 15.000,00

AUTO STAR - FINAUTO VEICULOS LTDA 04.360.588/0001-45 R$ 13.200,00

CORREIOS 34.028.316/2748-23 R$ 11.281,00

CLASSIC VIAGENS E TURISMO LTDA. 00.448.994/0001-03 R$ 11.157,00

HALLEY S/A 10.308.997/0001-03 R$ 10.021,00

JOSE P. DE LIMA 784.686.554-49 R$ 10.000,00

VINCE IND. E COM. LTDA 05.132.779/0001-12 R$ 9.900,00

EXCLUSIVA RENT A CAR 06.253.112/0001-30 R$ 9.200,00

TELEMAR 33.000.118/0001-79 R$ 8.271,00

DIGISIGN - COMUNICAÇÃO VISUAL LTDA 07.607.317/0001-30 R$ 8.200,00











sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Nossa Dor! Nosso Orgulho!




Drª Zilda Arns, perda irreparável.

Nossos jovens, semeadores da paz, se doaram por ela,

a pátria chorará a memória dos seus filhos,

Agradecida pelos relevantes serviços.

Ás famílias enlutadas o respeito e a dor de todos os brasileiros.

Hora de mostrar que o povo brasileiro sabe reconhecer a luta de seus heróis, que seus comandantes não se acovardem com o fizeram no desfile do dia da pátria quando forma proibidos de subir nos palanques de honra para não tirar o brilho dos risos falsos dos chefes.

Hora de reverenciar nossos rapazes, recebê-los como são heróis.

Heróis da Paz.

sábado, 2 de janeiro de 2010

2010 - Ano começa muito bem


2010 se inicia com uma grave ocorrência que deixa os brasileiros conhecedores dos rumos que toma a política do Brasil de hoje, mais uma vez o Brasil estará nas mãos do congresso (de onde não se pode esperar muito) pois já deu provas de sua conivência com desmandos oriundos do Planalto.
Desta vez os homens, os patriotas deverão tomar a frente e exigir o fiel cumprimento da Carta Magna ou correremos o risco de ver desaparecer nossa amada pátria.
Desta vez não podemos esperar para começar a mostrar aos senadores e deputados que o povo, os brasileiros não aceitarão as alienações destes homens sem honra que nos representam no cenário internacional.
Abri os olhos brasileiros, nossa pátria corre perigo, é crime de traição é lesa-pátria inquestionável.
ALBERTO FIGUEIREDO
“DECODIFICANDO O DISCURSO: A DECLARAÇÃO DA ONU E OS 216 PAÍSES A SEREM CRIADOS DENTRO DO TERRITÓRIO DO BRASIL”
* Profa.- Guilhermina Coimbra
Os brasileiros não podem aceitar a secessão – a divisão - do Brasil em 216 duzentos e dezesseis países independentes do Governo do Brasil, conforme a Declaração da ONU, assinada pelos representantes brasileiros na Organização (criada, diga-se, para unir e não, desunir Nações).
O Artigo 60, parágrafo 4º., Inciso I da Constituição da República Federativa do Brasil-1988 proíbe a secessão e tem que ser respeitado.
O Presidente Luiz Inácio Lula da Silva - Lula do Brasil - cujas pretensões, são as de voltar a ser Presidente do Brasil sempre que constitucionalmente possível e os candidatos à Presidência do Brasil, nas próximas eleições - não podem aceitar governar um “pedacinho” árido do Brasil, sem minerais energéticos, sem a parte principal do território do Brasil - contida na insana e imoral proposta da Declaração da ONU, assinada pelos representantes brasileiros na Organização (criada, repita-se, para unir, e jamais, desunir Nações).
A representação brasileira na ONU aprovou a criação de 216 – duzentos e dezesseis - países na Amazônia, os quais serão desmembrados do território do Brasil, completamente independentes e desligados do Governo do Brasil.
A declaração da ONU não pode ser referendada de modo algum pelo Congresso Nacional, porque, foi assinada com desconhecimento total do Ministro de Estado Embaixador Celso Luiz Nunes Amorim, o Chanceler do Brasil.
A mínima prudência que deveria ter tido a representação brasileira, na ONU, deveria ter sido a consulta prévia, ao Chanceler do Brasil, antes de assinar a referida Declaração.
Descaso, imprudência, inconseqüência ou ignorância não podem ser aceitas como atenuantes: por dever de ofício, os representantes da Delegação Brasileira na ONU, que assinaram a referida Declaração tinham e têm a obrigação de serem prudentes, conseqüentes e informados.
Os brasileiros já perceberam: os demais escândalos, políticos e financeiros - ocupando páginas inteiras de jornais, revistas e outros meios de comunicação – estão, apenas, tentando desviar a atenção da população brasileira, de modo a encobrir o escândalo maior: a declaração da ONU, assinada pela Delegação Brasileira, permitindo a criação de 216 países dentro do território do Brasil, “o” verdadeiro escândalo.
Todos os representantes da Delegação Brasileira na ONU, que assinaram a referida Declaração cometeram crime, de lesa-pátria.
Crime de lesa-pátria é toda conduta típica, antijuridíca - ou ilícita - e culpável, praticada por um ser humano. É uma violação da lei ordinária penal incriminadora, subordinada aos ditames da Constituição Federal. Crime de lesa-pátria é uma ação ou omissão que se proíbe e se procura evitar, ameaçando-a com pena, porque constitui ofensa (dano ou perigo) a um bem jurídico coletivo. Crime de lesa-pátria é a ação ou omissão típica, ilícita e culpável. No crime de lesa-pátria, a culpabilidade do crime de lesa-pátria é um pressuposto da pena e a periculosidade um pressuposto da medida de segurança.
Por dever de ofício, a Câmara Federal, o Senado e o Congresso Nacional têm que fazer vigília, um esforço heróico e desesperado, objetivando não desagregar o Brasil.
Entrem direto no ponto: evitem heróica e desesperadamente a divisão do Brasil. (Parem de discursar, mostrando erudição e conhecimentos inúteis. Aprendam com os parlamentares dos EUA e da União Européia: às populações de seus respectivos Estados não interessa o saber científico ou inútil de seus representantes – razão pela qual, são diretos na defesa dos interesses de seus eleitores e das respectivas populações).
Os Deputados e Senadores brasileiros voltam da ONU, Nova York, a custa do erário público, completamente desinformados. Os eleitores e a população brasileira, patrocinadora de todas as benesses, desafiam qualquer um deles a dizer didaticamente do que trata exatamente a Declaração da ONU: são minoria os informados; são alguns, os oportunistas omissos; e são muitos, a maioria, completamente ignorante, nada sabendo sobre a Declaração da ONU.
A Câmara Federal, o Senado e o Congresso têm que se manifestarem, energicamente.
O Congresso Nacional não pode e não tem a prerrogativa de aprovar a Declaração da ONU, porque: a Declaração da ONU, da qual se trata, é a que pretende dividir o Brasil em 216 países independentes do Governo Federal do Brasil, violando o Artigo 60, parágrafo 4º., Inciso I da Constituição da República Federativa do Brasil que proíbe a secessão; se o Congresso Nacional aprovar, a referida Declaração da ONU, a Declaração da ONU se transformará em Emenda Constitucional a ser cumprida, contrariando a Constituição Federal-88, Lei Maior; e, o Congresso Nacional estará praticando crime de lesa-pátria, comissivo, por agir contra o Brasil, aprovando uma Declaração de organismo internacional, cujo objetivo é o de dividir o Brasil em 216 países independentes do Governo Federal do Brasil (entre diversos outros argumentos de Direito e de fato, contrários à aprovação da Declaração da ONU).
A Câmara Federal, o Senado e o Congresso, simultaneamente, têm que se manifestarem, firmemente, até, e porque, se não o fizerem, estarão, em se omitindo, atuando autofagicamente - porque, da União dos Estados do Brasil, depende os seus respectivos mandatos, ou seja, os respectivos empregos de cada um deles (Deputados Federais e Senadores). É preciso atuar firme e inteligentemente, juntando esforços contra a secessão, contra a desagregação. A tentativa de desagregar e destruir a nacionalidade brasileira disfarça-se em proteção aos indígenas, combate aos garimpeiros (brasileiros posseiros, ocupando terras do Brasil) invasão de grandes propriedades de fazendeiros (brasileiros posseiros, ocupando terras do Brasil) combate ao narcotráfico e proteção ao meio-ambiente.
Comissão Parlamentar de Inquérito - CPI de alto nível, Polícia Federal, Agência Brasileira de Informações Nacionais-ABIN unidos e utilizando todos os recursos jurídicos, inclusive, a abertura de sigilos Bancários, de todos os representantes da Delegação Brasileira na ONU, que assinaram a referida Declaração - é o mínimo que os brasileiros esperam. Os eleitores e a população brasileira estão atentos!
Os Estados Unidos do Brasil, inclusivo e amigo merece respeito!
* Professora-Adjunto de Direito Constitucional, Teoria Geral do Estado, Direito Internacional, Instituições de Direito Público e Privado, Legislação Profissional e Social, da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro-UFRRJ, Brasil, E.mail: coimbra@ibin.com.br ; www.ibin.com.br ; Presidente do Instituto Brasileiro de Integração das Nações-IBIN, Advogada; Mestrado em Direito e Desenvolvimento/Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro/PUC/RJ, Brasil; Doutorado em Direito e Economia/UGF/Rio de Janeiro, Brasil; Membro Coordenadora da Comissão Permanente de Direito Internacional, Membro da Comissão Permanente de Direito Constitucional e Ambiental do Instituto dos Advogados Brasileiros, RJ, Brasil; Membro da International Nuclear Law Association/INLA/Bruxelas, Bélgica, www.aidn-inla.be ; Membro do Conselho da Federação Interamericana: www.iaba.org ;Membro do Conselho Editorial do International Nuclear Law Journal, Paris, França: www.inderscience.com , Index British Library e colunista do Jornal Cidade da Barra: www.cidadedabarra.com.br


VW reduz intervalo de troca do óleo, que sofre com álcool
FABIANO SEVERO
da Folha de S.Paulo

Os problemas de ruído nos motores 1.0 da Volkswagen só envolvem os modelos fabricados desde abril de 2008. Foi o mês de lançamento do VHT (EA111), que sofreu modificações em coletores, comando de válvulas, pistões e central eletrônica para gerar mais torque, consumir menos e se adequar às emissões de poluentes.
Para o presidente da Associação de Engenharia Automotiva, José Edison Parro, os atuais motores 1.0 são muito exigidos (no da VW, chegam a 76 cv) e precisam de óleos eficientes.
Hoje a montadora recomenda óleos VW 502 00, equivalente ao API SJ (sintético) com viscosidades 5W40, 10W40 e 15W40 --na fábrica, recebem o primeiro, o mais fino dos três.
Em nota enviada anteontem, a Volkswagen informa os 600 concessionários de uma decisão divulgada à imprensa na quarta-feira: as trocas de óleo cairão de 15 mil quilômetros (em Gol e Voyage) para 10 mil quilômetros ou seis meses.
José Loureiro, gerente de engenharia da VW, disse à Folha que o motor 1.0 demora para atingir a temperatura ideal para queimar os gases produzidos pelo álcool combustível, comprometendo a lubrificação do óleo e danificando as peças móveis.
Segundo Pedro Nelson Belmiro, consultor técnico do Instituto Brasileiro de Petróleo, quanto mais fino for o óleo (5W40, por exemplo), mais sofrerá com a ação dos gases. Em geral, eles se misturam ao óleo entre o pistão e a camisa do cilindro --chamam de "blow-by".
"O óleo sintético é preparado para isso, mas talvez essa nova fórmula não tenha feito um bom casamento com o motor." Mas, segundo ele, a "pequena mudança de especificação" não compromete os 400 mil veículos envolvidos.
TIRA-DÚVIDAS
Como identificar o defeito?
O sistema de lubrificação não funciona corretamente e leva a um desgaste das peças do motor. O ruído é semelhante ao de uma máquina de costura.
Quais carros envolvidos?
Novo Gol, Voyage e Fox, com motores 1.0, fabricados desde abril de 2008.
Qual é a solução da VW?
Com ou sem ruídos, os carros devem ser levados à autorizada a partir desta terça-feira para análise. O agendamento deve ser feito pelo telefone 0800-0195775. A empresa diminui o intervalo entre as trocas de óleo e estende em mais um ano a garantia para o motor.
Qual serviço será feito?
A troca do óleo e do filtro de óleo. No caso do Gol e do Voyage, o manual recebe um anexo com novas datas para revisões, enquanto o painel que mostra mensagem indicativa de manutenção será reprogramado. O serviço é gratuito.
O que fazer quando o defeito já danificou o motor?
A Volkswagen diz que analisará cada caso, mas promete custear reparos e, se necessário, substituir o motor e atualizar a documentação no Detran.
O que diz o Procon?
As medidas anunciadas não eximem a VW da explicação oficial que precisa ser dada à fundação até o dia 4, comprovando que o recall é desnecessário. Além disso, a VW deverá provar que a campanha é suficiente para solucionar o problema.

PARCEIRO

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INSTITUTO MILLENIUM