segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Como se não bastasse o NIÓBIO, roubado

A FUNAI quer transformar 75% de uma cidade do Maranhão em reserva indígena. O problema é que nem o cacique é a favor do projeto. Leia matéria da revista - Do site do Aldo Rebelo 

No começo, ninguém na pequena Amarante do Maranhão sabia de onde haviam saído aqueles quatro homens que diziam trabalhar “para o governo”. Durante catorze dias, entre outubro e o começo de novembro, eles caminharam em meio às chácaras e fazendas do município, a 678 quilômetros da capital. Queriam saber a extensão de cada propriedade, o nome do dono e o tipo de plantação ou de criação que havia por lá. Moradores acharam que se tratava de uma espécie de censo.

Foi só pouco antes de partir que os homens revelaram a razão da visita: estavam a serviço da Fundação Nacional do Índio (Funai) e do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), incumbidos de finalizar um estudo para demarcação de terras indígenas.

Amarante, de 37.800 habitantes, abriga três tribos – os guajajaras, os cricatis e os gaviões. Entre 1970 e 2004, sucessivas demarcações fizeram com que 54% do território do município virasse reserva indígena. Agora, seus habitantes foram informados de que o plano da Funai é quintuplicar a área destinada aos gaviões, o que elevaria a porcentagem para 75,7%. Faltam apenas duas assinaturas – a do ministro da Justiça e a do presidente da República – para que cada um dos 577 gaviões passe a ter para si um pedaço de terra equivalente a 430 campos de futebol enfileirados – e também para que mais de 20.000 moradores não índios, pecuaristas em sua maioria, tenham de deixar suas terras. “Para onde irão essas pessoas? E os bois? Nossa economia vai quebrar”, diz a prefeita Adriana Kamada, do PV.

Se já parece absurdo dar tanta terra a tão poucos índios – e ao custo de tamanho sacrifício de quem lá mora e produz –, que tal saber que os próprios gaviões são contra a ideia de ter sua reserva ampliada? “Não sabemos quem pensou isso”, diz o cacique Evandro Luiz, um jovem de 22 anos que substituiu o antigo líder gavião José Brasil, morto há dois meses. “O pessoal da Funai veio até aqui e a gente está sem saber de nada. Isso foi uma ideia deles”, afirma o cacique. O índio Luciano Guará resume o pensamento da taba: “Não precisamos de tanta terra. Não nos serve para nada. Por lei, não podemos colocar grandes plantações na reserva”, diz. “Um posto de saúde aqui seria muito mais útil.”

No período colonial, os gaviões viviam numa região onde hoje se localiza o Pará. De guerra em guerra, foram se espalhando e migrando de território. No século XIX, um grupo alcançou o Maranhão. Foi só por volta de 1950 que eles chegaram ao local onde vivem hoje. Em 1982, ganharam a posse das terras – 42.000 hectares. Hoje, vivem em casas de alvenaria, a maioria com antena parabólica. No centro da reserva, acessível por uma estrada de terra, há um orelhão e uma escola. Muitos moradores trabalham na cidade como motoristas, comerciantes ou funcionários públicos. Outros tiram o sustento da agricultura de subsistência: plantam feijão, milho e mandioca. Ninguém mais vive da caça nem se desloca pela mata conforme as estações. Diante disso, o motivo pelo qual a Funai quer dar a cada gavião um território do tamanho do Central Park, a maior área verde do Nova York, resta um mistério.

Desde que a notícia da ampliação da reserva passou a circular em Amarante, os índios estão receosos. Em geral, eles mantêm uma relação cordial com os moradores não índios do município. Nos últimos tempos, porém, estão evitando ir à cidade. Temem sofrer ataques verbais ou físicos. Isso porque, entre os moradores da área que a Funai quer entregar aos gaviões, há muitos que desde já foram prejudicados pelo projeto: negócios que haviam sido fechados tiveram de ser desfeitos, a venda de material de construção desabou, famílias inteiras pensam em mudar da cidade – e todos põem a culpa por suas angústias nos índios. É o caso de Jorge Martins. Com 80 anos vividos na mesma região ainda ativo na roça, ele tem um sítio vizinho à reserva dos gaviões. Ali, planta feijão, arroz e mandioca, além de criar 500 cabeças de gado. “Toda a minha família tira o sustento dessa terra, e agora querem entregar tudo aos índios?”, queixa-se. A 20 quilômetros dali, o casal Raimundo Floriano, de 83 anos, e Dinah da Silva, 73, vive situação parecida. “Moramos, eu e meu marido, neste pedaço de chão desde que nascemos”, diz ela. Mostra a escritura de sua casa, amarelada de décadas: “Nossos pais já viviam aqui. Não sei onde eu poderia viver”.

Como sempre acontece quando se fala em demarcação de terras indígenas, há rumores de que interesses de companhias mineradoras podem estar por trás do processo. De fato, desde abril, foram feitos 39 pedidos de prospecção ao Departamento Nacional de Produção Mineral para explorar minério – especialmente bauxita – na terra que a Funai quer dar aos gaviões. Todos os pedidos foram apresentados pela mesma empresa, a Vicenza Mineração, que foi fundada em março, no Rio de Janeiro. Hoje, explorar minerais em terra indígena é proibido, mas a restrição deve cair em breve. Um projeto que tramita no Senado prevê a liberação das mineradoras, que pagariam royalties às tribos sobre a sua produção. O projeto é de autoria do senador Romero Jucá, do PMDB de Roraima.

Além disso, como ocorre toda vez que um assunto envolve índios, sem-terra, quilombolas e afins, há uma ONG se dando bem. Em Amarante, o laudo antropológico que justifica a transformação da cidade em aldeia foi preparado pelo Centro de Trabalho Indigenista (CTI). Desde 2004, o CTI recebe dinheiro do governo federal (até agora já foram mais de 2 milhões de reais) para, entre outras coisas, fornecer a justificativa científica para o estabelecimento de reservas. Os projetos do CTI também recebem o apoio de instituições de países como Holanda e Noruega. Com tão farto patrocínio, não é de espantar que a ONG veja raízes indígenas brotando por todo lado.

No início do ano, os municípios de Grajaú, Barra do Corda, Formosa de Serra Negra e Fernando Falcão, todos no Maranhão, entraram com um mandado de segurança junto ao Superior Tribunal de Justiça contra o aumento de quase 400.000 hectares de reservas indígenas em seus territórios. As ampliações afetarão outros 50.000 produtores rurais. O laudo antropológico que embasou a decisão de ampliar a reserva foi feito pela mesma ONG que agora quer distribuir 577 Central Parks aos gaviões. O cenário se repete em outros estados. Na Bahia, uma proposta ameaça desalojar 3.400 produtores, na região de Porto Seguro. Em Mato Grosso do Sul, há doze projetos de ampliação de reservas, que somam mais de 100.000 hectares. Em Mato Grosso, onze projetos de ampliação somam inacreditáveis 2 milhões de hectares. Apenas uma reserva dos índios caiabis poderá ganhar metade dessa área. Se todas as ações em andamento forem aprovadas, até o fim de 2011 as reservas indígenas brasileiras poderão aumentar em até 5,5 milhões de hectares, o equivalente a 37 vezes a área da cidade de São Paulo. Em muitos casos, os índios nem sequer sabem o que está se passando ou, como mostra o exemplo de Amarante, discordam da ampliação de suas reservas. Mas, para a Funai, isso parece ser o que menos importa.



É a concretização do sonho. O Brasil cada vez mais dividido, principalmente nas fronteiras, presa fácil 

sábado, 25 de dezembro de 2010

Trabalhador já não tem muito o que comemorar, pois trabalha oito horas por dia e ganha R$540,00 por mês!

Vai ganhar!
Enquanto isso quem trabalha apenas oito horas por mês ganha R$ 26.000,00.
Para completar e como presente de final de ano, um amigo (Efcon) enviou esta matéria que sem dúvidas deixa claro como o trabalahdor brasileiro é beneficiado em suas conquistas.

O 13 SALÁRIO NUNCA EXISTIU.......

É, TEM LÓGICA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
NÃO TINHA PENSADO NESTA! BRILHANTE, DE FATO!

Os Ingleses recebem os ordenados semanalmente!
Mas ... há sempre uma razão para as coisas - e os ingleses NÃO FAZEM NADA POR ACASO??????????
Ora bem, cá está um exemplo aritmético simples que não exige altos conhecimentos de Matemática mas talvez necessite de conhecimentos médios de desmontagem de retórica enganosa.
Uma forma de desmascarar os brilhantes neo-liberais e os seus técnicos (lacaios) que recebem pensões de ouro para nos enganarem com as suas brilhantes teorias...
Fala-se que o governo pode vir a não pagar aos funcionários públicos o 13º salário.
Se o fizerem, é uma roubalheira sobre outra roubalheira.

Perguntarão porquê.
Respondo: Porque o 13º salário não existe.
O 13º salário é uma das mais escandalosas de todas as mentiras do sistema capitalista, e é justamente aquela que os trabalhadores mais acreditam.

Eis aqui uma modesta demonstração aritmética de como foi fácil enganar os trabalhadores.
Suponhamos que você ganha R$ 700,00 por mês. Multiplicando-se esse salário por 12 meses, você recebe um total de R$ 8.400,00 por um ano de doze meses.
R$ 700 X 12 = R$ 8.400,00

Em Dezembro, o generoso patrão cristão manda então pagar-lhe o conhecido 13º salário.
R$ 8.400,00 + 13º salário = R$ 9.100,00
R$ 8.400,00 (Salário anual) + R$ 700,00 (13º salário) = R$ 9.100 (Salário anual mais o 13º salário)
O trabalhador vai para casa todo feliz com o patrão.
Agora veja bem o que acontece quando o trabalhador se predispõe a fazer uma simple contas que aprendeu no Ensino Fundamental:
Se o trabalhador recebe R$ 700,00 mês e o mês tem quatro semanas, significa que ganha por semana R$ 175,00.
R$ 700,00 (Salário mensal) / 4 (semanas do mês) = R$ 175,00 (Salário semanal)
O ano tem 52 semanas. Se multiplicarmos R$ 175,00 (Salário semanal) por 52 (número de semanas anuais) o resultado será R$ 9.100,00.
R$ 175,00 (Salário semanal) X 52 (número de semanas anuais) = R$ 9.100.00
O resultado acima é o mesmo valor do Salário anual mais o 13º salário
Surpresa, surpresa? Onde está portanto o 13º Salário?

A explicação é simples, embora os nossos conhecidos líderes nunca se tenham dado conta desse fato simples.
A resposta é que o patrão lhe rouba uma parte do salário durante todo o ano, pela simples razão de que há meses com 30 dias, outros com 31 e também meses com quatro ou cinco semanas (ainda assim, apesar de cinco semanas o patrão só paga quatro semanas) o salário é o mesmo tenha o mês 30 ou 31 dias, quatro ou cinco semanas.

No final do ano o generoso patrão presenteia o trabalhador com um 13º salário, cujo dinheiro saiu
do próprio bolso do trabalhador.
Se o governo retirar o 13º salário dos trabalhadores da função pública, o roubo é duplo.
Daí que, como palavra final para os trabalhadores inteligentes. Não existe nenhum 13º salário. O patrão apenas devolve o que sorrateiramente lhe surrupiou do salário anual.

Conclusão: Os Trabalhadores recebem o que já trabalharam e não um adicional.
Por isso:

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

O BRASIL TEM SOLUÇÃO-FALTA EXATAMENTE UM HOMEM ÍNTEGRO E HONRADO

Este sim seria um presente de natal daqueles de se agradecer pelo resto da vida, só tem um problema?
Onde se pode encontrar um Homem deste no Brasil?
Você Pensou?


Se acontecesse no Brasil 56% deveriam ser ... Será que sobraria algum de nóis !!!

*ASSEPSIA !* --
VC SABE O QUE É ISSO?
*ASSEPSIA !* - Aconteceu em Cingapura:
Um Militar, com mão de ferro, assumiu o comando do país.
Em seis meses, dos cerca de 500 mil presidiários sobraram somente 50.
Todos os outros (criminosos confessos) foram fuzilados.
Todo homem público (político, policial, etc) corrupto foi fuzilado (Existiam milhares de provas contra eles).
Todos os empresários ladrões foram fuzilados ou fugiram rápido do país.
Aquela multidão de drogados que ficavam dormindo nas ruas, fugiram desesperados para a Malásia, para não terem que trabalhar ou seriam fuzilados.
Tinha uma mensagem de televisão onde o novo governo avisava que o país estava com câncer e que a única solução era extirpá-lo.
Tipo, se algum parente seu foi extirpado, compreenda, ele era um câncer para a nação.
Depois de ter feito toda a limpeza no país, reorganizado o sistema político, judiciário e penal, esse militar convocou eleições diretas e se candidatou para presidente.

Venceu as eleições com 100% dos votos.

No Brasil se valoriza gente assim:

Hoje, Cingapura é um dos países mais seguros de se morar. E um dos mais desenvolvidos, e mais seguros que os Arrogantes Estados Unidos, Inglaterra, ou Israel.
Já no avião, a ficha de desembarque tem um "DEAD" (morte) bem grande em vermelho e a explicação da penalidade sobre o porte de drogas. Qualquer droga.
Com zero vírgula nada de cocaína encontrada, o sujeito ou é sumariamente fuzilado, ou é condenado a prisão perpétua com trabalhos forçados.
Um surfista brasileiro tentou entrar em Cingapura com uma prancha de surf recheada de cocaína. Óbvio que ele traçou a sua própria morte. E a mãe do jovem traficante apareceu na TV pedindo para o Lula interceder pelo filho, não adiantou nada. Nem mãe, nem Lula, nem protestos evitaram o cumprimento da lei.
Nos hoteis, os "Guias da Cidade" tem uma página explicando que a polícia de Cingapura garante a integridade física de qualquer mulher 24 horas por dia (isso porque na antiga Cingapura, sem lei e ordem, as mulheres que saíam sozinhas eram estupradas e ou mortas) O chiclete é proibido em Cingapura, pelo simples fato de que, se jogados no chão sujam as calçadas da cidade. Distribuir panfletos, sem chance. Só em lojas e não devem ser entregues as pessoas, que, se os quiserem pega-os em uma gôndola ou suporte. Jogar no chão então... dá multa cara.
Ano retrasado, a secretária local de um amigo, que estava fazendo um trabalho por lá, foi seguida pela polícia desde sua casa até o trabalho.
Quando chegou no trabalho ligou a seta do carro para entrar no prédio, a polícia deu-lhe sinal para que ela parasse.
Um dos policiais veio até a janela do seu carro e disse: "Como a Sra. sabe, estamos fazendo uma campanha de civilidade no trânsito. Multando os infratores e dando bônus a quem dirige corretamente. E a Sra., em todo o trajeto da sua casa até aqui, não cometeu nenhuma infração. Parabéns! Aqui está um cheque de 100 dólares cingapurianos (equivalente a cerca de R$ 128,00) e pediria para a Sra. assinar o recibo, por favor.

Aqui homens assim são calados!

Sabem?
O BRASIL tem solução!!!!

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Depois ainda tem gente que se acha analista político.

Papai Noel dos brasileiros.

Não tem dinheiro para a saúde, diz o chefe PINGUNÇO da quadrilha que dirige o Brasil e esta passando a bola (a arma) para  a cumpanheira.
Que safados eleitos vão ter que negociar uma nova fonte de rendimentos para poder aplicar na saúde.
Os cofres estão vazios para ela mais cheios para aumento de salário dos quadrilheiros.
Que me desculpem, mais podem analisar cachaça, babar ovos de politicos e elogiar quando o dinheiro entra na casa ou em seus bolsos.
 
Não sou analista de porra nenhuma, mais também para ser como os que vemos nos telejornais é melhor ser logo como eu, não sou mais não elogio gente safada.
Todo o congresso é formado de cabras safados, ladrões, ratos sem vergonhas.
Quem achar ruim SE-foda-SE (VAI POR AMBOS OS LADOS)
Minha análise é curta e objetiva .
No Brasil se for político é ladrão, escroque, safado.
Estou aberto a criticas e protestos.
desde que me apontem um. Um só que não seja, pois também existe o ladrão omisso e o conivente.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

ATENÇÃO! Hoje no coito, Papai Noel vai trabalhar

CONGRESSO NACIONAL - O COITO


 O Congresso nacional, vulgo, o coito, vota hoje aumento para os membros da corja de eleite do Brasil, ou seja votam o aumento para eles próprios. Míseros 62,5%.
O Povo merece.
Ainda hoje deve aprovar uma medida que destruirá nosso código florestal e anistiar os comparças que cometeram crimes ambientais, como muitos são parentes ou eles memos dá para se perceber o tamanho da safadeza.   

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Quando se chega a este ponto é prova de decadência moral, sem retorno

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Segredo de Justiça no caso do Cartel do Oxigênio atenta contra o interesse público
Edição do Alerta Total  www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão e João Vinhosa

A aplicação responsável do Direito Econômico no Brasil corre um sério risco com o questionável emprego do segredo de Justiça” no mais importante processo judicial relativo à formação de cartel no país: a Ação Ordinária nº 49160-62.2010.4.01.3400, que tramita perante a 17ª Vara da Justiça Federal do Distrito Federal.
Tal Ação foi movida pela transnacional White Martins contra decisão do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE), que a multou em R$ 2,218 bilhões por formação de cartel. O julgamento histórico ocorreu no dia primeiro de setembro de 2010. O Processo Administrativo n°. 08012.009888/2003-70 devia servir de exemplo contra a cartelização. Mas o segredo de Justiça usado no recurso pode desmanchar no ar a sólida decisão do CADE.
A discussão sobre a aplicação do segredo de Justiça no citado processo reveste-se de máximo interesse público. Os motivos são vários  relacionados às armações prejudiciais aos cidadãos-contribuintes. O CADE julgou que ações combinadas para fraudar licitações públicas, superfaturamentos contra hospitais públicos e privados, prejuízos causados à economia nacional como um todo, grande poder econômico dos integrantes do cartel, prática de crime do colarinho branco a nível internacional, importância do conhecimento das práticas criminosas para as demandas públicas e privadas de reparação de danos, etc. Isto já é suficiente para impedir que o caso seja tratado em questionável segredo judicial.
A legislação
Os atos processuais, de um modo geral, são públicos. Está escrito na própria Constituição Federal. Em seu artigo 5°, a Lei Maior até determina as exceções: a lei só poderá restringir a publicidade dos atos processuais quando a defesa da intimidade ou o interesse social o exigirem. Não é o caso do processo da White Martins contra o CADE.
O Código de Processo Civil, em seu artigo 155, estipula: Os atos processuais são públicos. Correm, todavia, em segredo de justiça os processos: I - em que o exigir o interesse público; Il - que dizem respeito a casamento, filiação, separação dos cônjuges, conversão desta em divórcio, alimentos e guarda de menores. Novamente, o interesse público não permite segredinhos neste caso.
Contudo, alguns julgados de tribunais superiores apresentam entendimentos mais abrangentes sobre o segredo de justiça, como o seguinte: O rol das hipóteses de segredo de justiça contido no art. 155 do CPC não é taxativo. Admite-se o processamento em segredo de justiça de ações cuja discussão envolva informações comerciais de caráter confidencial e estratégico
Outros julgados de tribunais superiores, no entanto, são mais exigentes, conforme o transcrito a seguir: A decretação de sigilo processual, que é medida excepcional, requer a comprovação de relevante interesse social ou necessidade de preservação da intimidade.
Público x privado
Diante dos posicionamentos acima, torna-se lícito concluir que duas coisas são inquestionáveis : I – o interesse público deve ser privilegiado; II  informações comerciais de caráter confidencial e estratégico devem ser mantidas em sigilo, para resguardar o interesse privado.
Acontece que, no processo em questão, no qual foi concedido segredo de justiça a pedido da White Martins, existe um conflito entre o interesse público e o interesse privado: o interesse público (que deve ser sempre privilegiado) está sendo preterido para que o interesse privado seja satisfeito. Brincando com as palavras, isto não é justo...
A propósito  ao julgar o processo por meio do qual a empresa Gemini pretendia a suspensão da obrigação (determinada pelo CADE) de dar publicidade a informações referentes às suas atividades de distribuição de Gás Natural  o Juiz da 20ª. Vara da Justiça Federal em Brasília, Paulo Ricardo de Souza Cruz, reconheceu que o interesse público na preservação da ordem econômica se sobrepõe a eventuais direitos privados.
Na decisão datada de 25/01/07 (em que indeferiu liminar requerida pela Gemini), o citado Juiz afirmou "assistir razão ao CADE quando alega que é essencial para que possa haver concorrência no setor que os potenciais concorrentes conheçam os preços pelo qual o gás natural é transferido pela Petrobras ao Consórcio Gemini". Isso porque, "conhecendo a forma como é feita a remuneração dos integrantes do Consórcio Gemini, os concorrentes poderão fiscalizar a atuação da Petrobras, saber, dia a dia, se a Petrobras está 'jogando limpo', ou está tentando beneficiar o consórcio de que é parte".

Reparação de danos
O ajuizamento de ações privadas objetivando o ressarcimento de danos causados por um cartel é da maior importância para desestimular a prática de tal tipo de conluio, cujo combate é extremamente difícil.
Reforçando a importância do ajuizamento dessas ações pelas vítimas do cartel, o CADE  órgão responsável pelo combate a tal tipo de ato criminoso  salientou que a litigância privada já se transformou em peça chave da política de defesa da concorrência nos Estados Unidos, por demonstrar, na prática, sua eficácia para inibir a infração da lei.
É impossível negar que a aplicação do segredo de justiça ora discutido dificulta sobremaneira o ajuizamento dessa espécie de ação. Afinal de contas, é essencial que um prejudicado conheça detalhes dos procedimentos comerciais daqueles que o lesaram para que possa estimar seu prejuízo e o valor do ressarcimento que demandará.

OAB vai se pronunciar?
Diante da importância para a sociedade brasileira da discussão sobre a aplicação do segredo de justiça objeto do presente artigo, seria altamente conveniente uma manifestação da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) sobre o assunto.
Não se pode ignorar o peso que teve o posicionamento da OAB no polêmico caso da preservação do sigilo das entrevistas de presidiários com seus advogados. Como se sabe, a OAB defendeu a manutenção do sigilo absoluto, mesmo contrariando grande parte da sociedade.
Acontece que, no caso dos presidiários, seria impraticável um sigilo relativo. No caso em questão, no entanto, vislumbra-se a possibilidade de um sigilo relativo. Considerando o grande interesse público envolvido, poderiam ser selecionados os pontos do processo que, de fato, merecessem o tratamento sigiloso, liberando-se o restante, conforme entendimento do CADE.

Posicionamento do CADE
Para finalizar, é apresentado, a seguir, o entendimento do CADE, manifestado no Voto do Relator (aprovado por unanimidade pelo Plenário) no processo que julgou o Cartel do Oxigênio:
Um último ponto de destaque nesta seção refere-se à disponibilização de elementos probatórios para ações de indenização.Este voto contém apenas a interpretação do CADE acerca das provas. Os documentos em si, assim como as degravações eletrônicas, não podem ser fornecidas ao público pelo CADE, que se comprometeu a preservar o sigilo desses elementos. A ausência de acesso aos documentos e às degravações evidentemente prejudica a capacidade das vítimas de demandar indenização cabível.
Por este motivo, recomenda-se ao Poder Judiciário a publicação dos documentos e degravações obtidas no início da instrução penal. Passaram-se mais de seis anos da obtenção inicial desses elementos. Eles não possuem mais valor empresarial de relevo, não havendo prejuízo em sua divulgação. Nota-se também que esses materiais já foram visualizados pelos principais concorrentes de cada empresa, o que reforça a perspectiva de que eles não possuem mais valor para as representadas.
Além disso, não se notou qualquer caráter pessoal nos documentos obtidos. Não haveria, assim, qualquer dano à intimidade na divulgação de tais documentos. Finalmente, nota-se que, caso haja objeção à divulgação integral dos documentos, pode-se, alternativamente, disponibilizar apenas os elementos indicados neste voto, cujo foco e conteúdo é ligado essencialmente à prática ilícita. Não há qualquer nota de intimidade nesses elementos.
Pela conclusão do CADE, cabe indagar: a quem interessa o segredo judicial neste processo contra o cartel dos gases no Brasil?

Companheirada em ação
O Instituto de Pesquisa e Ação Modular (Ipam), entidade em nome de uma assessora da senadora Serys Slhessarenko (PT-MT), que assumiu semana passada a relatoria do Orçamento de 2011, conseguiu R$ 4,7 milhões em convênios com o governo sem precisar de licitação.
O dinheiro, oriundo de emendas de parlamentares do PT, é destinado a shows e eventos culturais.
Ainda bem que nenhum companheiro recebe alguma comissão com parte do dinheiro público investido nos eventos, porque se isto ocorresse estaria ocorrendo um esquema igual ao mensalão – aquela farsa que o chefão $talinácio promete desmontar, assim que deixar o trono planaltino.

Armação
No processo para aprovar a liberação do dinheiro, a assessora Liane Maria Muhlenberg, assinou uma declaração falsa de que não trabalha no Senado embora lá atue desde 2007.
No dia 9 de agosto deste ano, a jornalista e produtora cultural foi transferida do gabinete de Serys para a segunda-vice presidência do Senado, dirigida pela petista.
Ontem, alegando não ser filiada ao PT, Liane entregou o cargo e negou qualquer irregularidade nos repasses, apresentando prestações de contas e documentos sobre os eventos.
Fácil, extremamente fácil...
A entidade da assessora de Serys recebeu no ano passado R$ 900 mil dos cofres públicos.
Para 2010, já foi liberada a merreca de R$ 1,5 milhão.
Outros R$ 2,3 milhões estão garantidos pelo governo ao Ipam para exercício de 2010
Vida que segue...
Ave atque Vale!
Fiquem com Deus.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

QUEM É NELSON JOBIM?‏

Nióbio está na mira do Pentágono há muito tempo, diz mineradora

commodities
EUA foram primeiros a classificar metal como estratégico; Brasil tem 98% das reservas mundiais
Nióbio, que na década de 50 ganhou peso na corrida espacial, hoje é amplamente usado pela indústria siderúrgica
Sabem quem exporta Nióbio aqui no Brasil??? Advinhem?? Marcos Valério, aquele do Valerioduto, ele confirmou isso naquela CPI do Mensalão e NINGUÉM da Mídia foi investigar


Um dos desafios que a presidenta Dilma Roussef vai enfrentar de cara diz respeito ao processo de integração latino-americana. E já começa antes da posse a dar sinais que pode cair de quatro com a decisão de manter o ministro Nelson Jobim na Defesa. Jobim é oriundo do governo FHC e não tem nada a ver com o Brasil, é agente estrangeiro.
O site WikiLeaks revela nos milhares de documentos secretos divulgados na última semana que são estreitas as ligações entre o ministro e o governo dos EUA. Como próxima demais para um ministro da Defesa sua “amizade” com o embaixador norte-americano no Brasil, Clifford Sobel.
Acostumados a ministros do padrão Celso Láfer, que tiram sapatos no aeroporto de New York quando chegam e submetem-se a revistas, os norte-americanos estão fazendo de tudo para que o novo governo não confirme o ministro Celso Amorim nas Relações Exteriores e afaste o secretário de Assuntos Estratégicos Samuel Pinheiro Guimarães, considerados hostis às pretensões dos EUA na América do Sul.
Amorim e Samuel Pinheiro Guimarães são pontos positivos do governo Lula e conferiram ao Brasil respeito na comunidade internacional.

Se Jobim e chefes militares querem bater continência para Washington que o façam, mas lá.
Os documentos secretos revelados pelo site mostram que os EUA consideram o Brasil como país amigo, mas negam amizade estreita, enxergando obstáculos a interesses políticos que têm na região.
O acordo militar assinado entre o Brasil e os EUA é um escárnio, foi assinado com a oposição de Amorim e Samuel Pinheiro Guimarães; e Jobim é só uma ponte entre norte-americanos, militares pró EUA (a maioria) e por essa razão várias decisões dos norte-americanos, muitas delas intervencionistas, passam pelo ministro da Defesa. Um contínuo, office boy com patente de “general de carreirinha”.
Não há sentido em manter Jobim no Ministério, como nunca houve em designá-lo.
Ou Dilma percebe o processo em seu momento, ou sucumbe ao “capitalismo a brasileira” e promove um retrocesso sem tamanho.
Essa característica volúvel de Jobim vem desde os tempos em que foi ministro do STF (Supremo Tribunal Federal). Ao assumir a toga de ministro caiu de quatro e se declarou líder do governo de FHC (por quem foi indicado) no STF, para assegurar o processo de privatização. Uma das suas primeiras atitudes foi afastar do processo de privatização da VALE a juíza Salete Macalóes (que vinha anulando ilegalidades e imoralidades na privatização) e colocar no caso um juiz, digamos, maleável.
Não há sentido e nem razão para a permanência de Jobim no Ministério do futuro governo e está aí o motivo da campanha contra Celso Amorim. Os norte-americanos o querem fora do Ministério das Relações Exteriores. Não é comprável, não é manobrável, ou seja, tem dignidade. É Amorim, não é Jobim.
Jobim tem interesses. Quem pensa que a mala branca é privilégio do futebol está visceralmente enganado.

A confirmação de Jobim é um rompimento dos compromissos assumidos em campanha, de políticas independentes e voltadas para a integração da América Latina. Em contrapartida, o ministro das Relações Exteriores Celso Amorim foi indicado como um dos mais influentes chanceleres dentre todos os países do mundo como formulador de políticas.
A escolha de Dilma, manter Jobim, significa tirar os sapatos ao chegar ao aeroporto de New York e as declarações do ministro contidas nos documentos revelados pelo site WikiLeaks confirmam isso.
Nos citados documentos consta a expressão “inclinação antiamericana” com relação ao Itamaraty e Jobim, ao contrário, se estende na cama e chama, venham, em relação às políticas relacionadas a América do Sul, particularmente à Venezuela.
Jobim num almoço com o embaixador norte-americano, passando informações, referiu-se ao ministro Samuel Pinheiro Guimarães como “alguém que odeia os Estados Unidos” e o embaixador pede sua ajuda para derrubar o ministro.
Sem caráter nenhum, já que os documentos divulgados são oficiais, mas cara de pau ao extremo, o ministro da Defesa telefonou a Samuel Pinheiro Guimarães para dizer que falou o que falou.
É típico de políticos corruptos e a serviço de potência estrangeira como ele. Falo de Jobim. Só por esse episódio desmoraliza qualquer governo. Como não tem dignidade e não vai pedir demissão, tem tarefas a cumprir para Washington, cabe à presidente eleita afastá-lo.
Os avanços obtidos no governo Lula, mesmo em meio a muitas concessões, correm o risco de ruir com a permanência de Nelson Jobim no Ministério da Defesa.
É preciso estar atento a ação de Jobim quanto a sua influência junto à futura presidente, levando em conta que foi um dos principais condutores, como ministro da Justiça e depois no STF do processo de venda do Brasil durante o governo FHC.
Não faz sentido estar no governo Lula e muito menos permanecer no governo Dilma.
Ou é imposição de militares comprometidos com Washington, ou é outra concessão sem tamanho, tipo uma no cravo, outra na ferradura.
Dilma Rousseff corre o risco de assumir sem condições de cumprir uma plataforma mínima de governo no campo de políticas estratégicas para o Brasil. Pode estar indo dormir na cama do inimigo.

Jobim, entre outras, defende uma estreita colaboração com os EUA, inclusive com a instalação de bases militares norte-americanas em nosso País.
Para quem não se lembra, há um episódio ridículo em sua “carreira” de general de mentirinha, além do discurso que fez quando tomou posse no STF (imoral). Vestindo uniforme de campanha desceu no aeroporto de Porto Príncipe no Haiti, anunciando que o Brasil iria assumir o controle e o comando das forças internacionais naquele país (tem nominalmente), quando do terremoto que destruiu parte do território haitiano. Os militares brasileiros foram sumariamente afastados do centro de decisões pelos militares norte-americanos.
Jobim foi apenas sacramentar a rendição. E explicar aos militares brasileiros que naquele momento general brasileiro passava a ser sargento do exército dos EUA.

Isto não é de estranhar SARGENTO? Só se for com divisas do MST, do exército americano, Duvido! Se muito cabo dos ruins.(nota do autor do blog)

Nióbio: A riqueza desprezada pelo Brasil

QUANDO O POVO BRASILEIRO DEIXARÁ DE SER BESTA?

QUANDO DEIXARÁ DE ACREDITAR NESSA HISTÓRIA:
HOJE O BRASIL FALA DE IGUAL PARA IGUAL COM QUALQUER OUTRA NAÇÃO!

MENTIRA! FALA PORQUE É ROUBADO E QUANDO O LADRÃO ESTA METENDO A MÃO NO NOSSO BOLSO ATÉ RI AO SER CHAMADO DE LADRÃO, AFINAL, OS OTÁRIOS SOMOS NÓS.


Nióbio: A riqueza desprezada pelo Brasil

Postado por Fernando Santini

Países ricos gostariam de tê-lo extraído do seu solo, enquanto o Brasil dispensa pouca importância e esse mineral com tão vastas qualidades e de incontáveis aplicações.


O nióbio, símbolo químico Nb, é muito empregado na produção de ligas de aço destinadas ao fabrico de tubos para condução de líquidos. Como curiosidade, o nome nióbio deriva da deusa grega Níobe que era filha de Tântalo que foi responsável pelo nome de outro elemento químico, tântalo.

O nióbio é dotado de elasticidade e flexibilidade que permitem ser moldável. Estas características oferecem inúmeras aplicações em alguns tipos de aços inoxidáveis e ligas de metais não ferrosos destinados a fabricação de tubulações para o transporte de água e petróleo a longas distâncias por ser um poderoso agente anti-corrosivo, resistente aos ácidos mais agressivos, como os naftênicos.

Inúmeras são as aplicações do nióbio, indo desde as envolvidas com artigos de beleza, como as destinadas à produção de jóias, até o emprego em indústrias nucleares. Na indústria aeronáutica, é empregado na produção de motores de aviões a jato, e equipamentos de foguetes, devido a sua alta resistência a combustão. São tantas as potencialidades do nióbio que a baixas temperaturas se converte em supercondutor.

O elemento nióbio recebeu inicialmente o nome de "colúmbio", dado por seu descobridor Charles Hatchett, em 1801. Não é encontrado livre no ambiente, mas, como niobita (columbita).
O Brasil com reserva de mais de 97%, em Catalão e Araxá, é o maior produtor mundial de nióbio e o consumo mundial é de aproximadamente 37.000 toneladas anuais do minério totalmente brasileiro.

As pressões externas que subjugam o povo brasileiro
Ronaldo Schlichting, administrador de empresas e membro da Liga da Defesa Nacional, em seu excelente artigo, que jamais deveria ser do desconhecimento do povo brasileiro, chama a atenção sobre a "Questão do Nióbio" e convoca todos os brasileiros para que digam não à doutrina da subjugação nacional. Menciona que a história do Brasil foi pautada pela escravidão das sucessivas gerações de cidadãos submetidos à
vergonhosa doutrina de servidão.

Schlichting, de forma oportunista, desperta na consciência de todos que "qualquer tipo de riqueza nacional, pública ou privada, de natureza tecnológica, científica, humana, industrial, mineral, agrícola, energética, de comunicação, de transporte, biológica, assim que desponta e se torna importante, é imediatamente destruída, passa por um  inexorável processo de transferência para outras mãos ou para seus 'testas de ferro' locais".
Identificam-se, nos dizeres do membro da Liga de Defesa Nacional, as estratégias atualmente aplicadas contra o Brasil nesta guerra dissimulada com ataques transversais, característicos dos combates desfechados durante a assimetria de "4ª Geração". Os brasileiros têm que ser convencidos de que o Brasil está em guerra e que de nada adianta ser um país pacífico. Os inimigos são implacáveis e passivamente o povo brasileiro está assistindo a desmontagem do país. Na guerra assimétrica, de quarta geração de influências sutis, não há inicialmente uso de armas e bombardeios com grande mortandade. O processo ocorre de forma sub-reptícia, com a participação ativa de colaboracionistas, entreguistas, corruptos, lobistas e traidores.
O povo na sua esmagadora maioria desconhece o que de gravíssimo está ocorrendo na sua frente e não esboça nenhum tipo de reação. Por trás, os países hegemônicos, mais ricos, colonizadores, injetam volumosas fortunas em suas organizações nacionais e internacionais (ONGs, religiosas, científicas, diplomáticas) para corromperem e corroerem as instituições e autoridades nacionais para conseqüentemente solaparem a moral do povo e esvaziar a vontade
popular.
Este tipo de acontecimento é presenciado no momento no Brasil.

As ações objetivas efetuadas
A sobretaxação do álcool brasileiro nos EUA; as calúnias internacionais sobre o biodiesel; a não aceitação da lista de fazendas para a venda de carne bovina para a União Européia (UE); a acusação do jornal inglês "The Guardian" de que a avicultura brasileira estaria avançando sobre a Amazônia; as insistentes tentativas pra a internacionalização da Amazônia; a possível transformação da Reserva Indígena Ianomâmi (RII), 96.649Km2, e Reserva Indígena Raposa Serra do Sol (RIRSS), 160.000Km2, em dois países e o
conseqüente desmembramento do norte do Estado de Roraima e incontáveis outras tentativas, algumas ostensivas, outras insidiosas. Elas deixam claro que estamos no meio de uma guerra assimétrica de quarta geração, que o desfecho poderá ser o ataque de forças armadas coligadas (OTAN), lideradas pelos Estados Unidos da América do Norte.

É importante chamar a atenção dos brasileiros para o fato de que a RII é para 5.000 indígenas e que a RIRSS é para 15.000 indígenas. Somando as duas reservas indígenas dão 256.649Km2 para 20.000 silvícolas de etnias diferentes, que na maioria nunca viveram nas áreas, muitos aculturados e não reivindicaram nada. Enquanto as duas reservas indígenas somam 256.649Km2 para 20 mil almas, a Inglaterra com 258.256Km2 abriga uma população de aproximadamente 60 milhões de habitantes.


Esta subserviência do Brasil vem de longa data conforme pontifica Ronaldo Schlichting. Ela vem desde "o Império", sendo adotada já no alvorecer da "República" e pode ser exemplificada por "ONGs, fundações, igrejas, empresas, sociedades, partidos políticos, fóruns, centro de estudos e outras arapucas".

As diversas aplicações do Nióbio
Entre os metais refratários, o nióbio é o mais leve prestando-se para a siderurgia, aeronáutica e largo emprego nas indústrias espacial e nuclear. Na necessidade de aços de alta resistência e baixa liga e de requisição de superligas indispensáveis para suportar altas

temperaturas como ocorre nas turbinas de aviões a jato e foguetes, o nióbio

adquire máxima importância. Podem ser exemplificados outros empregos do nióbio

na vida moderna: produção de aço inoxidável, ligas supercondutoras, cerâmicas eletrônicas, lente para câmeras, indústria naval e fabricação de trens-bala, de armamentos, indústria aeroespacial, de instrumentos cirúrgicos, e óticos de precisão.

O descaso nas negociações internacionais
A Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM), a maior exploradora mundial, do Grupo Moreira Salles e da multinacional Molycorp, em Araxá, exporta 95% do nióbio extraído de Minas Gerais.
Segundo o artigo de Schlichting, que menciona o citado no jornal Folha de São Paulo, 5 de novembro de 2003:
"Lula passou o final de semana em Araxá em casa da CBMM do Grupo Moreira
Salles e da multinacional Molycorp…" E, complementa que "uma ONG financiou projetos do Instituto Cidadania, presidido por Luiz Inácio da Silva, inclusive o 'Fome Zero', que integra o programa de governo do presidente eleito".

O Brasil como único exportador mundial do minério não dá o preço no mercado externo, o preço do metal quase 100% refinado é cotado a US$ 90 o quilo na Bolsa de Metais de Londres, enquanto que totalmente bruto, no garimpo o quilo custa 400 reais. Na cotação do dólar de hoje (R$ 1,75), R$ 400,00 = $ 228,57. Portanto, $ 228,57 – $ 90,00 = $ 138,57.

Como conclusão, o sucesso do governo atual nas exportações é "sucesso de enganação".

O brasileiro é totalmente ludibriado com propagandas falsas de progressos nas exportações, mas, em relação aos negócios internacionais, de verdadeiro é a concretização de maus negócios.

Nas jazidas de Catalão e Araxá o nióbio bruto, extraído da mina, custa 228,57 dólares e é vendido no exterior, refinado, por 90 dólares. Como é que pode ocorrer tal tipo de transação comercial com total prejuízo para a população do país?

É muito descaso com as questões do país e o desinteresse com o bem-estar do povo brasileiro.

Como os EUA, a Europa e o Japão são totalmente dependentes do nióbio e o Brasil é o único fornecedor mundial, era para todos os problemas econômicos, a liquidação total da dívida externa e de subdesenvolvimento serem totalmente resolvidos.

Deve ser frisada a grande importância do nióbio e a questão do desmembramento de gigantescas fatias de territórios da Amazônia, ricas deste metal e de outras jazidas minerais já divulgadas.

As pressões externas são demasiadas e visam à desmoralização das instituições

brasileiras das mais diversas formas, conforme pode ser comprovado nas políticas educacionais e nos critérios de admissão de candidatos às universidades. Métodos que corrompem autoridades destituídas de valores morais são procedimentos que contribuem para a desmontagem do país.

Uma gama extensa de processos que permitam os traidores obterem vantagens faz parte para ampliar a divulgação da descrença, anestesiando o povo, dando a certeza de que o Brasil não tem mais jeito.

A questão do nióbio é tão vergonhosa que na realidade o mundo todo consome l00% do nióbio brasileiro, sendo que os dados oficiais registram como exportação somente 40%. Anos e anos de subfaturamento tem acumulado um prejuízo para o país de bilhões e bilhões de dólares anuais.

Ronaldo Schlichting, no seu artigo publicado, ressalta que "no cassino das finanças internacionais o jogo da moda é chamado de 'mico preto', cujo perdedor será aquele que ao fim do carteado ficar com a carta do mico, denominada dólar".

É, devido à incompetência do governo brasileiro e do ministro da Fazenda, quem ficou com o mico preto foi o povo brasileiro, o papel pintado, falso, sem valor, chamado de dólar.

O que está ocorrendo é que o Brasil está vendendo todas as suas riquezas de qualquer jeito e recebendo o pagamento em moeda podre, sem qualquer valor, ficando caracterizada uma traição ao país e ao povo brasileiro.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Sujeira debaixo dos tapetes

A VERDADE NUA E CRUA!

Em 6 de dezembro de 2010 11:20, Marcelo Pustilnik Vieira escreveu:

EU AJUDEI A DESTRUIR O RIO DE JANEIRO
Fonte: Jornal de Brasília


Sylvio Guedes, editor-chefe do Jornal de Brasília, critica o "cinismo" dos jornalistas, artistas e intelectuais ao defenderem o fim do poder paralelo dos chefes do tráfico de drogas. Guedes desafia a todos que "tanto se drogaram nas últimas décadas que venham a público assumir eu ajudei a destruir o Rio de Janeiro".
Leia o artigo na íntegra:


É irônico que a classe artística e a categoria dos jornalistas estejam agora na, por assim dizer, vanguarda da atual campanha contra a violência enfrentada pelo Rio de Janeiro. Essa postura é produto do absoluto cinismo de muitas das pessoas e instituições que vemos participando de atos, fazendo declarações e defendendo o fim do poder paralelo dos chefões do tráfico de drogas.
Quando a cocaína começou a se infiltrar de fato no Rio de Janeiro, lá pelo fim da década de 70, entrou pela porta da frente. Pela classe média, pelas festinhas de embalo da Zona Sul, pelas danceterias, pelos barzinhos de Ipanema e Leblon. Invadiu e se instalou nas redações de jornais e nas emissoras de TV, sob o silêncio comprometedor de suas chefias e diretorias.
Quanto mais glamuroso o ambiente, quanto mais supostamente intelectualizado o grupo, mais você podia encontrar gente cheirando carreiras e carreiras do pó branco. Em uma espúria relação de cumplicidade, imprensa e classe artística (que tanto se orgulham de serem, ambas, formadoras de opinião) de fato contribuíram enormemente para que o consumo das drogas, em especial da cocaína, se disseminasse no seio da sociedade carioca - e brasileira, por extensão. Achavam o máximo; era, como se costumava dizer, um barato.
Festa sem cocaína era festa careta. As pessoas curtiam a comodidade proporcionada pelos fornecedores: entregavam a droga em casa, sem a necessidade de inconvenientes viagens ao decaído mundo dos morros, vizinhos aos edifícios ricos do asfalto.
Nem é preciso detalhar como essa simples relação econômica de mercado terminou. Onde há demanda, deve haver a necessária oferta. E assim, com tanta gente endinheirada disposta a cheirar ou injetar sua dose diária de cocaína, os pés-de-chinelo das favelas viraram barões das drogas.
Há farta literatura mostrando como as conexões dos meliantes rastacuera, que só fumavam um baseado aqui e acolá, se tornaram senhores de um império, tomaram de assalto a mais linda cidade do país e agora cortam cabeças de quem ousa lhes cruzar o caminho e as exibem em bandejas, certos da impunidade.
Qualquer mentecapto sabe que não pode persistir um sistema jurídico em que é proibida e reprimida a produção e venda da droga, porém seu consumo é, digamos assim, tolerado. São doentes os que consomem. Não sabem o que fazem. Não têm controle sobre seus atos. Destroem famílias, arrasam lares, destroçam futuros.
Que a mídia, os artistas e os intelectuais que tanto se drogaram nas três últimas décadas venham a público assumir:
"Eu ajudei a destruir o Rio de Janeiro."


"Façam um adesivo e preguem no vidro de seus Audis, BMWs e Mercedes".

Pelo menos um honesto!

sábado, 4 de dezembro de 2010

CONTRASTE - UM JUÍZ SEM LIBERDADE, UM ASSASSINO BEM REMUNERADO, SER HONESTO PARA QUE NUM PAIS DE MARGINAIS.

LEIAM E REPASSEM MAIS NÃO MORAM DE RAIVA.
QUANTO VOCÊ GANHA POR MÊS?

REVOLTANTE. TENHA RAIVA!

CASO SOFRA DO CORAÇÃO DELETE PRA NÃO MORRER DE RAIVA!
ESTE É NOSSO BRASIL VELHO DE GUERRA!
O GRUPO GUARARAPES JUNTOU OS DOIS DOCUMENTOS PARA EVITAR
DUAS RAIVAS.

ACREDITE , SER HONESTO E TRABALHADOR NO BRASIL NÃO COMPENSA,
DUVIDA??? ENTÃO LEIA A MATÉRIA BAIXO :
O QUE SERÁ DE NÓS!?
(REVOLTANTE)
REPASSANDO!!! DÁ PARA SER APARTIDÁRIO ???
ISTO É UM INCENTIVO À CRIMINALIDADE ! ! !
. . . E AGORA O QUE PODEMOS FAZER? ? ?

A REFERIDA PORTARIA JÁ FOI REVOGADA PELA DE Nº 333, DE 1º/06/2010
NA QUAL O VALOR DO SALARIO FAMILIA PRESIDIARIO PASSOU A SER DE R$810,18 ! ! ! E TEM MAIS.
NO CASO DE MORTE DO "POBRE PRESIDIÁRIO", A REFERIDA QUANTIA DO AUXÍLIO- RECLUSÃO PASSA A SER "PENSÃO POR MORTE".
O GRANDE LANCE É ROUBAR OU MATAR PARA SER PRESO E ASSIM SUSTENTAR CONDIGNAMENTE A SUA PROLE.
ISTO É INADMISSÍVEL ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! !

Repassando, pois entendo que é mais um dos muitos absurdos desse país e por isso a Previdência Social está sempre quebrada e não tem verbas para pagar decentemente quem trabalhou uma vida toda!
Você sabe o que é o AUXÍLIO RECLUSÃO?

PRÁ NÃO DIZEREM QUE O PORQUINHO ESCAPOU


Todo presidiário com filhos tem direito a uma bolsa que, a partir de 1/1/2010 é de R$798,30 por filho para sustentar a família, já que o coitadinho não pode trabalhar para sustentar os filhos por estar preso. Mais que um salário mínimo que muita gente por aí rala pra conseguir e manter uma família inteira.

Ou seja, (falando agora no popular pra ser entendido)

Bandido com 5 filhos, além de comandar o crime de dentro das prisões, comer e beber nas costas de quem trabalha e/ou paga impostos, ainda tem direito a receber auxílio reclusão de R$3.991,50 da Previdência Social.

Qual pai de família com 5 filhos recebe um salário suado igual ou mesmo um aposentado que trabalhou e contribuiu a vida inteira e ainda tem que se submeter ao fator previdenciário?
Mesmo que seja um auxílio temporário, prisão não é colônia de férias.
Isto é um incentivo a criminalidade. Que politicos e que governo é esse?????
Não acredita?
Confira no site da Previdência Social.

Portaria nº 48, de 12/2/2009, do INSS
http://www.previdenciasocial.gov.br/conteudoDinamico.php?id=22
Pergunto-lhes:

1. Vale a pena estudar e ter uma profissão?

2. Trabalhar 30 dias para receber salário mínimo de R$510,00, fazer malabarismo com orçamento pra manter a família?

3. Viver endividado com prestações da TV, do celular ou do carro que você não pode ostentar pra não ser assaltado?

4. Viver recluso atrás das grades de sua casa?

5. Por acaso os filhos do sujeito que foi morto pelo coitadinho que está preso, recebe uma bolsa de R$798,30 para seu sustento?

6. Já viu algum defensor dos direitos humanos defendendo esta bolsa para os filhos das vítimas?

MOSTRE A TODOS O QUE OCORRE NESTE PAÍS!!!
O POLICIAL E SUA FAMÍLIA O QUE GANHA DO ESTADO?
O GRUPO GUARARAPES REPASSA E FICOU COM RAIVA.

ESTE É O 2º DOCUMENTO
SÓ ESTAMOS REPASSANDO.
Fraudadora condenada é solta e nomeada assessora de órgão público
Pasmem! Jorgina de Freitas a maior FRAUDADORA do INSS é hoje ASSESSORA do Presidente da CEDAE, Wagner Victer. Inacreditável !!Repassem essa informação. vejam abaixo> (CEDAE é a companhia de água e esgoto do Rio de Janeiro)

A fraudadora Jorgina de Freitas sendo conduzida pela polícia
Essa senhora aí da foto acima, sendo conduzida pela polícia, é a maior fraudadora da Previdência Social, que o Brasil já conheceu. Trata-se da ex-procuradora do INSS, Jorgina de Freitas, que em 1992, foi condenada junto com o juiz Nestor José Nascimento e o advogado Ilson Escóssia por fraudes que desviaram R$ 310 milhões do INSS. Posteriormente, Jorgina foi condenada a devolver aos cofres públicos R$ 200 milhões. Ela fugiu do Brasil e foi presa na Costa Rica, em 1997.
Agora, embora continue cumprindo pena Jorgina de Freitas passou ao regime semi-aberto, porque conseguiu um emprego. Adivinhem o que ela faz? Foi contratada pela CEDAE e hoje, assessora o presidente da empresa, Wagner Victer. Acreditem se quiserem. Vejam a nota do jornalista Claudio Humberto.

Bem, uma pergunta não quer calar. Que tipo de assessoria Jorgina de Freitas pode estar prestando a Wagner Victer? Bem, de água ela não entende, mas de fato, é inegável, passou uma boa parte da sua vida "chafurdando no esgoto", desviando dinheiro dos aposentados e pensionistas.
Também não podemos esquecer que, se na secretaria de Saúde o "mar de lama" se espalhou, na CEDAE é um "mar de esgoto", de tantas irregularidades praticadas na gestão de Wagner Victer. Talvez por isso, Victer convocou os "prestimosos serviços" da maior fraudadora do INSS da história. E aí Victer, não vai dizer nada? A população está aguardando uma explicação...
"a notícia também se encontra no BLOG do senhor GAROTINHO".
FICAMOS COM MAIS RAIVA!
FELIZ NATAL E MARAVILHOSO

2011 SEM RAIVA!
GRUPO GUARARAPES

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

IMPORTANTE: FATOR PREVIDENCIÁRIO INCONSTITUCIONAL

DO JORNAL O GLOBO

02/12/2010 19h17 - Atualizado em 02/12/2010 20h00
Juiz declara fator previdenciário inconstitucional


Decisão foi tomada em ação movida por segurado contra o INSS.


Segundo a Justiça Federal, o INSS ainda pode recorrer.


Do G1, em São Paulo
Maior expectativa de vida reduz valor de novas aposentadorias
O fator previdenciário – mecanismo criado em 1999 para inibir a aposentadoria precoce no setor privado – foi considerado inconstitucional por um juiz federal de São Paulo.


A decisão foi tomada em processo movido por um segurado contra o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Segundo a Justiça Federal de São Paulo, a sentença é válida apenas para o autor da ação. Outros segurados, no entanto, podem se apoiar na decisão para recorrer à Justiça pela eliminação do fator previdenciário do cálculo da aposentadoria. Ainda cabe recurso da decisão.


Na decisão, o juiz federal Marcus Orione Gonçalves Correia, da 1ª Vara Federal Previdenciária em São Paulo/SP, afirma que o fator é inconstitucional por introduzir “elementos de cálculo que influem no próprio direito ao benefício”.


De acordo com o juiz, o fator cria limitações para obtenção do benefício além daquelas impostas constitucionalmente, “em especial, da aposentadoria por tempo de contribuição”.


Com a decisão, o juiz determinou que o INSS refaça o cálculo da aposentadoria do beneficiário, sem incidência do fator previdenciário.


02/12/2010 19h17 - Atualizado em 02/12/2010 20h00

PARCEIRO

PARCEIRO
INSTITUTO MILLENIUM